09 abril 2020

China: O que a Imprensa Brasileira não Mostra (2.º Capítulo)

Carmen Cestari, apresentadora da Rural Business, diz que temos de sair da era PT e deixarmos de ser tratados como gado, um animal que entra e sai do curral quando tocado.

A China tem 1,5 bilhões de bocas para comer.

A China não está errada em comprar barato. Errados estamos nós em aceitar passivamente essa situação.




Para mais detalhes, assista ao vídeo: https://youtu.be/pPccN414TV4

China: O que a Imprensa Brasileira não Mostra (1.º Capítulo)

Carmen Cestari, apresentadora da Rural Business, começa este vídeo dizendo que a gigante China está precisando aumentar com força e urgência as importações de carne, soja e farelo de soja. Motivo: o forte aumento de preços dos alimentos do efeito combinado da peste suína e coronavírus. Demonstrou que dos 80.000 contaminados pelo coronavírus até hoje continuam comendo.

Devido à mutação, a epidemia chinesa foi batizada de Covid-19, em dezembro de 2019, na cidade de Wuhan. Os chineses perceberam que os idosos debilitados, faleciam. Viram que a demanda por alimentos não parou; estava sempre crescente, em 12/03/2020. Uma vez normalizada a situação, começaram a ver a inflação subir. Se aumentarem as importações, os preços podem subir ainda mais. A carne suína teve um aumento de 116% em seus preços. Há 300 milhões de aves à beira da morte por falta de farelo de soja.

Detalhe: eles precisam dificultar a alimentação de animais vivos, pois estes estão sujeitos à propagação de vírus e bactérias.

"Vem aí uma mudança radical que vai gerar ainda mais riqueza aos empresários do varejo de carnes da China já que eles vêm aí, comprando mais frigoríficos pelo mundo." (Júlio Brissac)

Os chineses querem ser donos da produção, da indústria, da logística e, se possível, mudar a legislação dos países onde opera.

Assista ao vídeo em: https://youtu.be/UXWUBezaJ_A

China: O que a Imprensa Brasileira não Mostra (4.º Capítulo)

Carmen Cestari, apresentadora da Rural Business, mostra-nos o quarto e último capítulo de "China: O que a Imprensa não Mostra". Começa a sua exposição afirmando que o Brasil precisa acordar: o mundo vai sofrer grandes transformações; o agronegócio é que vai alçar esse país ao grau de importância merecido. Não é gritando Lula lá que dias melhores virão.

Júlio Brissac, estrategista de mercado da pecuária de corte da Rural Business, diz: "O toque de recolher imposto em vários países nos últimos dias tem várias conotações e quase sempre políticas. Gente querendo mais poder... gente querendo parar eleitores insatisfeitos... e gente querendo ficar no poder! Mas tem uma coisa que está sendo colocada para debaixo do tapete pela imprensa mundial: a guerra do abastecimento e do controle global!"

Sorrateiramente, os chineses lançaram os seus tentáculos na economia global. Se Trump continuar no poder, haverá uma disputa entre EUA e China. Os dois países sabem que precisam do Brasil. Sabemos que sem os chineses, o agronegócio brasileiro não teria crescido e elevado o país a um posto dos maiores jogadores do mundo. Sabemos agora que Trump vai deixar os Estados Unidos o mais longe possível da China. O Brasil precisa jogar suas cartas e não será com politicagens retrógradas e sensacionalistas que isso irá acontecer. Só no primeiro trimestre de 2020, a China deixou 13 bilhões de dólares dentro do Brasil em soja, algodão, carne de frango, carne bovina, carne suína, açúcar, couro, milho, farelo de soja, café e até leite.

Os chineses não estão para brincadeira! Eis o alerta da Rural Business: precisamos de malícia, de profissionalismo para não deixar que a China compre o Brasil e torne você o funcionário deles fazendo do Brasil o seu imenso fazendão. Precisamos de lei rígidas para não deixar que o fazendão seja apenas vassalo de outros países. Há um bando de hipócritas, neste país, achando que o comunismo resolve alguma coisa neste planeta. Precisamos de leis rígidas que ofereçam segurança aos produtores e vendedores genuinamente brasileiros

Tânia Tozzi, analista chefe do mercado de grãos da Rural Business, diz: "A China pode e está fazendo de tudo para ser a maior economia do mundo. O país já controla a produção de muita coisa neste planeta, mas num setor vital à sua economia, estará completamente refém do Brasil. E sabe de que setor estamos falando? Se pensou em fornecimento de alimento acertou na mosca!"

A China concentra 20% da população mundial e tem apenas 8% de terras agriculturáveis do mundo e 1,5 bilhão de bocas para comer. Eles precisam planejar com 4 meses de antecedência. Quanto mais os Estados Unidos endurecem suas relações com a Chima, mais os chineses procurarão o Brasil, que tem água, sol e terra em abundância. Nesse caso, precisamos de rigor nas leis de segurança jurídica e direito à propriedade.


Este quadro mostra que em 10 anos o consumo de soja subiu para 111 milhões/t; a produção, para 81 milhões/t. A conta não fecha.

Para mais informações, assista ao vídeo em:

https://www.youtube.com/watch?v=q57UcMdXDC4





08 abril 2020

Economia diante do Coronavírus, A

Passando os olhos sobre os sites Mises Brasil e Instituto Liberal, encontramos os seguintes títulos dos artigos, referentes ao coronavírus, ali publicados:

"O confinamento e a escalada do poder estatal tendem a destruir as vidas que prometem salvar"
"O mundo pós-coronavírus e o desafio do liberalismo"
"Esclarecimento sobre as críticas à quarentena"
"A pandemia e o liberalismo"
"A pior crise ainda está por vir"
"Uma radiografia de como a Covid-19 já impactou salários, vendas e setores da economia brasileira"
"Destruir a economia não é uma política social - e muito menos uma questão de saúde pública"
"Progressistas, reacionários, histeria e a longa marcha gramsciana"
"Sim, o certo é “deixar o mercado cuidar disso” - mas você tem de saber o que essa frase significa"

Quais são os princípios gerais que os autores desses textos defendem? 

O livre mercado e a responsabilidade do seu agente público deve estar em primeiro lugar. Por que razão o estado impede a livre iniciativa de um empreendedor? Não deveria, por outro lado, oferecer ideias e sugestões para que a economia funcionasse, mesmo nesse período de crise mundial? A população consciente do problema poderia fazer a coisa certa e sem danos para a grande maioria dos indivíduos. Não é o que está acontecendo, espontaneamente, com os supermercados, pois seus funcionários higienizam os carrinhos e oferecem álcool gel para os seus clientes passar nas mãos?

Os governantes estão vendo a coisa no curto prazo. E no longo prazo? Imaginemos uma economia parada: queda do fluxo de renda, diminuição do comércio, dos empregos. De onde vem o dinheiro do governo, que nada produz, mas arrecada e distribui? Como será a retomada no longo prazo? Ainda mais: as normas baixadas são inconstitucionais. 

07 abril 2020

Intervencionismo e Destruição da Economia

O problema: quais são as consequências das intervenções do governo e de outras instâncias (em virtude do coronavírus) no sistema de propriedade privada? Será possível conseguir o resultado que se espera dessas intervenções? Desde já, devemos ter mente que intervencionismo não é socialismo. Quer dizer, as medidas tomadas podem ser confundidas com comunismo, sociedade totalitária, mas são passageiras. Quando o vírus der trégua, a economia é ativada, mas sem sabermos quando realmente voltará à normalidade. 

A economia é o coração do organismo social. Desligando-o para proteger os membros e o cérebro, o organismo morre. O governo determina, sem consultar quem o elegeu: fecha comércio, manda prender quem está circulando ao ar livre, não deixa o indivíduo produzir. Depois de tudo, diz que o objetivo é salvar vidas afetadas pelo Covid-19. Há, assim, um choque de oferta causado pela paralisação da economia.

Possivelmente desconhecem a Lei de Say: a oferta cria a sua própria procura; em outras palavras: sem oferta de bens e serviços não há renda; sem renda, não se pode demandar outros bens e serviços. Liberaram as atividades essenciais e restringiram as não-essenciais. Entretanto, a não-essencial para o governo é essencial para o indivíduo, pois é desta atividade que tira o seu sustento.

No choque de oferta, os governos adotam medidas políticas pelo lado da demanda. "Um choque de oferta causado por um fechamento compulsório da economia não tem como ser resolvido por meio de expansão monetária, aumento dos gastos públicos e redistribuição de renda. Políticas de demanda em um ambiente de confinamento e de oferta profundamente reduzida não irá aumentar a oferta. Isso é lógica pura".

Leia o artigo completo de Daniel Lacalle em:

https://www.mises.org.br/article/3235/destruir-a-economia-nao-e-uma-politica-social--e-muito-menos-uma-questao-de-saude-publica




Coronavírus: Pandemia ou Histeria?

O Coronavírus tomou conta das pessoas e da mídia em geral. Por decretos governamentais, a população é mantida presa, em casa. Não tendo outra coisa para fazer, ficam quase que 24 horas por dia lendo ou assistindo a vídeos sobre o tema. Daí o questionamento: é uma pandemia ou uma histeria?

Antonio Carlos Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, publica , em 19 de março de 2020, no site da SBCM, um artigo em que critica toda essa parafernália sobre este assunto.

Transcrevemos, abaixo, o texto integral.

O mundo assiste a uma pandemia, ao menos é o que afirmam os principais meios de comunicação, ancorados em fontes das mais distintas, médicas ou não. A rápida expansão global do coronavírus tem desestabilizado os diversos setores e parece ter atingido parcela da mídia de maneira avassaladora.
Antes de entrar em pânico, é necessário analisar de forma crítica o cenário criado pela doença, assim como as diversas afirmações divulgadas recentemente.

Diante dos desdobramentos da epidemia no Brasil, há tópicos essenciais a serem destacados.
O primeiro passo é relembrar a Gripe Suína (H1N1) matava e ainda mata muito mais em comparação ao coronavírus/COVID-19. Aliás, em 2009, foi registrado o pico da doença, mas, até hoje, o vírus continua a infectar brasileiros.

Atualmente, o País apresenta dez vezes mais casos de H1N1. De acordo com o Ministério da Saúde, no ano passado, somente no Brasil, foram 796 mortes e 3.430 pessoas infectadas. Portanto, a gripe matou 23,2% dos pacientes internados, uma porcentagem que representa 23 mortes a cada 100 doentes.

Em relação ao coronavírus, apesar dos casos aumentarem diariamente, o número de mortes ainda é pequeno, ao menos até a data de hoje (20/03).

É responsável ressaltar ainda que a taxa de letalidade de uma doença é calculada pela razão entre o número de pessoas que morreram e o total de casos. Porém, nem sempre é fácil calcular esse índice, já que muitos com sintomas mais leves, nem procuram um serviço de saúde. Em contrapartida, a morte sempre é contabilizada certamente.

De acordo com informações do Johns Hopkins Coronavírus Resource Center, a taxa de mortalidade real do coronavírus é de 0,2%: a mesma taxa de mortalidade geral. Visto que o COVID-19 causa infecções respiratórias brandas a moderadas, representa maior ameaça às pessoas com doenças prévias ou idosos.

No grupo de risco estão pacientes em tratamento oncológico, cardiopatas, diabéticos, pessoas com insuficiência renal crônica ou doença respiratória crônica.

Assim, quando se fala em mortalidade, é fundamental levar em consideração a idade, outras enfermidades associadas, o local, a equipe médica envolvida e a estrutura de suporte de vida disponível para esse paciente que, infelizmente, não é a mesma para todas as regiões do Brasil.

Frente a esses dados, é inevitável pensar na criação de uma paranoia irresponsável em torno do assunto, prejudicando o comércio, as atividades esportivas e a própria rotina das pessoas. Inclusive, esse pânico gera situação de caos que pode levar até à falta de suprimento nos supermercados.

Outro ponto a ser avaliado é a possibilidade do coronavírus estar servindo como estratégia de marketing, desviando o foco de situações políticas em curso no Brasil e no mundo. Parece que se perdeu de vista a noção de que a doença raramente apresenta complicações mais sérias e o tratamento necessário é basicamente o repouso.

Por fim, é mister alertar sobre a prevenção. O uso da máscara e do álcool não apresentam a mesma eficiência quando comparado à higienização das mãos com água e sabão. Além disso, evitar colocar a mão na boca e olhos é outra medida essencial.

Gerar pânico não é a melhor maneira de conduzir esse tipo de situação. É indispensável atentar-se às declarações sem fundamentos e equivocadas. Dados e números são informações valiosas capazes de fornecer um panorama da situação, tornando-se ferramentas para o combate da doença.  Porém, se isolados, podem não dizer nada. Pense e compare antes do desespero.

Antonio Carlos Lopes é presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica

06 abril 2020

Princípios Econômicos e Tempo

Política econômica é a aplicação dos princípios da economia. Os princípios da economia estão relacionados com aquilo que desejamos (fins), como consegui-los (meios) e o que somos "nós" ante a natureza e a organização social. Sua finalidade é a obtenção de um "optimum".

Os grandes princípios da verdade são sempre os mesmos. Observe os ensinamentos dos grandes mestres do passado, como Sócrates e Platão, principalmente com a autoconsciência do ser. Os princípios econômicos que Ludwig von Mises defendeu, durante a década de 1920, têm resistido ao tempo, e são válidos hoje como foram no passado. 

Hoje, a maioria dos cientistas sociais é tão ignorante quanto foram seus colegas em 1920. São estatistas, pois defendem a atuação plena do governo para atingir o bem-estar social. Hans F. Sennholz diz: "Independentemente do que os economistas modernos tenham escrito sobre a validade geral das leis econômicas, os estatistas preferem seus julgamentos éticos aos princípios da economia, e o poder político à cooperação voluntária. Estão convencidos de que, sem o controle e as leis do governo, sem um planejamento e uma autoridade centrais, a vida econômica seria selvagem e caótica".

Ludwig von Mises, na coletânea de ensaios [1) Intervencionismo; 2 A Economia de Mercado Controlada; 3) Liberalismo Social; 4) Antimarxismo; 5) Teoria do Controle de Preços; 6) Nacionalização do Crédito], de seu livro "Uma Crítica ao Intervencionismo", enfatiza que a sociedade deve fazer uma escolha entre propriedade privada dos meios de produção, ou estabelecer um sistema de controle no qual o governo possui ou administra toda produção e distribuição. Não há o terceiro sistema lógico em que uma ordem de propriedade privada estaria sujeita à direção do governo. Qualquer sistema intermediário em que todas as leis e todo o controle provêm do estado, não é justificável, pois conduz ao socialismo. 

Paul A. Samuelson, renomado economista americano, em seu Economics, livro texto de milhares de estudantes, defende a economia mista, sem ouvir o contraditório dos conservadores. Dedica pouco espaço ao "Libertarismo da Escola de Chicago", do qual são partidários pensadores como Frank Knight, Henry C. Simons, Friedrich Hayek e Milton Friedman. Com Milton Friedman faz piada: “Se Milton Friedman nunca tivesse existido, teria de ser inventado”. Com Marx, repetindo Engels: “Marx foi um gênio... nós somos, na melhor das hipóteses, talentosos”.

Os teóricos da política econômica, os estadistas e líderes partidários, na sua maioria, estão procurando um sistema ideal que não deva ser nem capitalista nem socialistas e que não se baseie na propriedade privada dos meios de produção, nem na propriedade pública. "Estão procurando um sistema de propriedade que seja contido, regulado e dirigido pela intervenção governamental e por outras forças sociais, tais como os sindicatos. Denominamos tal política econômica de intervencionismo, que vem a ser o próprio sistema de mercado controlado."

Fonte de Consulta

MISES, Ludwig von. Uma Crítica ao Intervencionismo. Tradução de Arlette Franco. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises, 2010. (Introdução e Prefácio)



05 abril 2020

Boi e Mídia

Júlio Brissac é analista chefe de pecuária de corte da Rural Business. Carmen Cestari expõe trechos de seu trabalho, de 2 de abril de 2020. Começa indagando o que, um dia depois das exportações de carne bonina in natura terem sido contabilizadas, está sendo publicado pela mídia, inclusive as que se dizem especializadas em agronegócios?

"Canal Rural": Boi: após corrida aos supermercados, demanda interna por carne bovina cai.

"Portal DBO": Mercado de boi bate cabeça e não sabe para onde ir.

"G1": o único que citou, mas em segundo plano: exportação de soja avança 36,6%, em março; carne bovina aumenta 6%.

Comentário: ou temos uma mídia inocente ou mais míope do planeta.

"Rural Business": Alô, Alô Brasil. Como alertado exportadores de carne bovina in natura registram em março o maior faturamento da história... Saiba porque!

Eis um quadro desta realidade:




Assista ao vídeo

04 abril 2020

Pandemia de Coronavírus

Problema: a maioria das pessoas contaminadas ou são assintomáticas ou desenvolvem sintomas leves ou moderados e a cura segue o curso de qualquer virose.

Entrave: a mídia ideológica, repetitiva, sensacionalista e confusional bombardeia com chavões desvinculados de qualquer propósito informativo, mas rico gerador de pânico e pavor na população, e muitas atitudes ditas preventivas, quando não inúteis, são até prejudiciais.

Paralisação social: Globo, governadores e juízes que não entendem nada, mas usam a crise para parecer eficientes, vão quebrar o país, vão gerar o caos, vão matar a população de fome.

A lógica: prover estrutura para tratar os casos realmente necessitados; o restante volta-se para as medidas preventivas.

Constatação: fanatismo, intransigência e sensacionalismo estão causando males maiores que o vírus: filas enormes nos postos e emergências provocadas apenas por espirros, pais contra filhos, depressão, angústia, desânimo, quebradeira de empresas e comércio, falências, todas condições que baixam o sistema imunológico e o combate ao vírus.

Criação de novas doenças: segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), “saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções e enfermidades”.

Crianças em casa: impedir crianças e adolescentes, praticamente um grupo sem risco, de ir à escola é criar problema onde não existe. Crianças e jovens confinados se neurotizam.

Aglomeração: limite-se a frequência aos parques a um número razoável que permita conveniente afastamento entre as pessoas. Afastem as mesas dos restaurantes três metros umas das outras, mas não matem os garçons de fome. Permitam poucos clientes revezando-se nas lojas, mas não enlouqueçam os comerciantes.

Absurdocolocar pessoas acima de sessenta anos no mesmo sacoSem desconsiderar gravidade no contexto, esse terrorismo midiático sobre a população mostra misto de desinformação e bestialidade. Na Idade Média culpavam os judeus pela peste negra. Supostas bruxas eram perseguidas. Idosos saudáveis – e os há cada vez mais com noventa ou mais, sem hipertensão, diabetes, sedentarismo, enfisema, não-fumantes – também são pouco atingidos. Mas são constrangidos.

Maior perigo: a maioria das pessoas ainda não percebeu, mas o maior perigo de tudo isso é o controle social, ditatorial, que estão ensaiando sobre a liberdade pessoal. É o guarda da esquina pedindo identidade para te deixar passar, quem sabe até fazer preencher um formulário.

Especialistas da TV: um deles disse que concordava em muitos pontos comigo e com outros, mas que não poderia falar isso no ar!

Conclusão: ninguém está livre e a situação deve ser encarada com seriedade e não com irracionalidade. Cuidar da maioria dos enfermos leves ou moderados e sobretudo armar um sistema de tratamento eficaz para os casos que realmente necessitem de medidas intensivas.

Economia: não quebrando atividade econômica e não desperdiçando dinheiro público, haverá recursos para tudo.

Extraído: artigo do médico Carlos Antonio Mascia Gottschall – CREMERS 2862. Membro titular das Academias Sul-Rio-Grandense e Nacional de Medicina, publicado em:

https://www.institutoliberal.org.br/blog/opiniao-de-um-medico-sobre-a-crise-atual/


Livre Mercado

Questão: deixar o mercado cuidar disso e daquilo é uma fórmula simplista?

Em artigo, publicado no Mises Brasil, Donald Boudreaux começa citando Dani Rodrik, professor de Harvard: "A abordagem do hamster para um problema é previsível: a solução está sempre no livre mercado. [...] Já as raposas, em algumas ocasiões, recomendam mais mercados e, em outras, mais governo." De acordo com Rodrik, é melhor ser uma raposa do que um hamster.

Qual o erro dessa abordagem? O mercado não é apenas uma ferramenta; o mercado são várias ferramentas. O mercado é um kit de ferramentas que contém muito mais ferramentas do que as que os burocratas do governo possuem. Ainda: soluções para problemas complexos requerem o maior número possível de mentes criativas interagindo.

Donald Boudreaux defende a economia de mercado e não a economia planejada. Para ele, o governo tem apenas uma ferramenta; o mercado, inúmeras e especializadas. O termo "deixar o mercado cuidar disso" significa: "deixem que qualquer indivíduo (ou grupo de indivíduos) que se mostre mais disposto, mais capacitado, mais experiente, mais sagaz, mais versado e mais bem equipado tenha a liberdade para tentar lidar com cada problema específico".

Acesse o texto integral em: