22 setembro 2016

16 setembro 2016

Dificuldade para se Eleger Bons Governantes

Friedrich Hayek, em seu livro O Caminho da Servidão, fornece-nos a razão pela qual a política é preenchida sempre pelas pessoas menos aptas à administração do Estado e do poder. Identifica três condicionantes que se correlacionam através do sistema político mais admirado da humanidade, a democracia.

1) Quanto maior o nível de instrução do ser humano, maiores serão as suas divergências sobre qualquer assunto. Hayek diz: “se quisermos encontrar um alto grau de uniformidade e semelhanças de pontos de vista, teremos de descer às camadas em que os padrões morais e intelectuais são inferiores e prevaleçam os instintos mais primitivos e comuns”. Isso quer dizer que é o menor denominador comum que elege um representante do povo.

2) O pretendente a líder terá necessariamente que conseguir o apoio dos “dóceis e dos simplórios, que não têm fortes convicções próprias, mas que estão prontos a aceitar um sistema de valores previamente elaborado, contando que este lhes seja apregoado com bastante estrépito e insistência”. Socialistas conquistam o poder com facilidade, porque suas ideias refletem a debilidade intelectual das massas. Isso torna quase impossível que alguém de ideias construtivas seja eleito.

3) Propensão a aceitar com muito mais facilidade programas negativos – “o ódio a um inimigo ou a inveja aos que estão em situação melhor” – do que um plano positivo, por exemplo, a potência individual. Destruir a riqueza em prol da eliminação da pobreza é muito mais fácil de ser assimilado do que conseguir as coisas com o esforço próprio. O "nós" contra "eles", o "branco" contra o "negro"e o "nacionalismo" contra o "estrangeirismo" é assimilável com tanta facilidade que parece estarmos diante de uma lavagem cerebral.

Fonte de Consulta

Instituto Liberal



15 setembro 2016

Deltan Dallagnol, Procurador da República, Denuncia Lula

Deltan Dallagnol, procurador da República e coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, fez uma exposição das investigações do Ministério Público, que aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como “comandante máximo” do esquema criminoso descoberto pela operação.

De acordo com o procurador, o núcleo político estava acima de todos os outros no esquema operado na Petrobras. E Lula era o grande general. “No centro deste núcleo está o senhor Lula”. “Sem o poder de decisão de Lula esse esquema seria impossível”.

Para Dallagnol, não se trata mais do petrolão, mas de propinocracia, ou seja, o governo regido pela propina. O objetivo era a perpetuação do Partido dos Trabalhadores no poder. "Mensalão e petrolão são duas faces da mesma moeda”.

Leia a íntegra da exposição

05 setembro 2016

Museu Memória do Jaçanã

Sylvio Bittencourt (foto de 01/09/2016) criou, em 1983, o Museu Memória do Jaçanã. Funciona em um terreno cedido pelo governo estadual, localizado na rua Benjamim Pereira, 1.021. 

Diz-se que a história do Jaçanã se confunde com a dos trilhos. A ferrovia começou a transportar passageiros em 1894, mas os tempos áureos só vieram no final da década de 1940.

"Era um trem de muita amizade, as pessoas se conheciam, começavam namoros lá dentro", conta Sylvio.

"O 'trem das onze' nunca existiu, era só para rimar. O último que chegava aqui saía entre 20h e 21h", diz seu Sylvio. A música foi lançada em 1964. Um ano depois, a ferrovia foi extinta.

Extraído da Folha (18/10/2015).

A Cinematográfica Maristela, em O Comprador de Fazendas, de 1951, exibe cenas da antiga estação do Jaçanã. 

As pessoas mais antigas do Jaçanã e adjacências têm lembrança de suas viagens neste trem, que tinha o ponto final (ou inicial) na estação do Tamanduateí. 

Vale a pena visitá-lo. 



Algumas fotos do Museu do Jaçanã






30 agosto 2016

Janaína Paschoal Reafirma as Pedaladas Fiscais



Janaína Paschoal na sessão de julgamento do processo de impeachment em 30 de agosto de 2016.

29 agosto 2016

Procurador Júlio Marcelo e José Eduardo Cardozo em 25/08/2016



Procurador Júlio Marcelo, ante as acusações de José Eduardo Cardozo, explica que não foi o incentivador do impeachment, mas convidado (ou intimado) para expor os procedimentos técnicos do TCU quanto às contas do governo. 



16 agosto 2016

Antonio Anastasia no Roda Viva de 15/08/2016



Antonio Anastasia, relator na Comissão Especial do Impeachment do pedido de julgamento da presidente afastada, Dilma Rousseff, falou sobre o processo que acaba de ser votado no Senado. No último dia 10, os parlamentares aprovaram o relatório da comissão que recomendava que o julgamento de Dilma no plenário da Casa. Antonio Anastasia é político e advogado. Ocupou o cargo de vice-governador de Minas Gerais (2007-2010), foi governador do estado mineiro em 2010 e de 2011 a 2014. Em 2015, foi eleito senador.

José Alberto Bombig - editor-executivo do Jornal o Estado de S.Paulo
Débora Bergamasco - diretora da sucursal de brasília da revista Isto É
Pedro Dias Leite - editor sênior de política da revista Veja
Paulo Gama - repórter da coluna painel do Jornal Folha de S.Paulo
André Guilherme Vieira - repórter do Jornal Valor Econômico


28 julho 2016

Raul Jungmann no Roda Viva de 25/07/2016



O ministro da Defesa, Raul Jungmann, foi o entrevistado do Roda Viva de 25/07/2016. 

Tratou dos seguintes assuntos:  segurança na Olimpíada do Rio, fiscalização das fronteiras, a aviação civil e o controle do espaço aéreo e o orçamento das Forças Armadas. 

Participaram da bancada de entrevistadores:

Adriana Carranca — colunista dos jornais O Estado de S.Paulo e O Globo
Daniela Lima — repórter de política do jornal Folha de S.Paulo
Guilherme Evelin — editor-executivo da revista Época
Nathalia Watkins — repórter de internacional da revista Veja
Flávio Freire — coordenador de política do jornal O Globo em São Paulo.

10 julho 2016

Melhores Momentos de Julho de 2016 no Senado



Edição, pelo jornalista Felipe Moura Brasil, dos melhores pronunciamentos da primeira semana de julho no Senado Federal:  senadores Magno Malta (PR-ES), Simone Tebet (PMDB-MS), Ana Amélia (PP-RS), José Medeiros (PSD-MT) e Ronaldo Caiado (DEM-GO). Há, também, uma mensagem de Hélio Bicudo. 

28 junho 2016

O Massacre de Columbine

Com o título "A Mãe e o Massacre", a Revista Veja de 22/06/2016, publicou, em suas páginas amarelas, uma entrevista com Sue Klebold, mãe de Dylan Klebold, de 17 anos, que, em 20 de abril de 1999, juntamente com seu amigo Eric Harris, de 18 anos, armados com explosivos, pistolas automáticas e espingardas mataram 12 colegas e um professor na escola Columbine. 

Em suas respostas, relembra de sua dor, da pressão da sociedade e do preconceito para com os pais, que não foram os que assassinaram as outras pessoas. 

Em suas lembranças, disse que meses antes o seu filho tinha se envolvido num episódio de furto com seu amigo Eric. O delito em si não era grave: ele fez a reabilitação educativa e voltou aos trilhos. Contudo, o desvio abrupto de conduta poderia ter servido como alerta sobre seus problemas mentais se tivesse procurado uma ajuda psicológica. O diário de Dylan revelou que ele estava deprimido e tinha ideias suicidas. 

Acrescenta que quando os nossos filhos se mostram tristes ou confusos, nossa tendência e querer defendê-los. "Quando seu filho está sofrendo, não tente consertar as coisas por ele, nem pense que basta fazê-lo sentir-se melhor. Isso é uma forma confortável de autoengano. Só fique em silêncio e ouça o que ele diz."

"Dylan e todas as pessoas que ele matou poderiam ter sido salvas se eu tivesse notado a tempo que ele precisava de auxílio de um especialista em transtornos mentais".