21 outubro 2014

Eleições 2014

Questão: estamos perto ou muito distante da política com “p” maiúsculo?

Infelizmente, a distância é muito grande: nem plano de governo, nem debate de ideias. O terrorismo eleitoral, a mentira, a distorção dos dados é uma constante, principalmente pelo partido que está no poder há 12 anos. Qual o montante dos recursos públicos (corrupção), tirado de cada um de nós, para nos passar mentiras? Perde-se a conta.

Reflexão: os imperativos da lei natural.

De acordo com os pressupostos espíritas, Deus, na sua infinita sabedoria, deixou impresso em nossa consciência as leis divinas ou naturais, leis estas que nos impulsionam para o bem, a verdade e a justiça. Quer queiramos ou não, elas balizam as nossas ações. Podemos, pelo nosso livre-arbítrio, nos afastar delas, mas a elas teremos de voltar porque dentre elas há a Lei do Progresso, que é uma lei compulsória, ou seja, todos tendemos à prática do bem.

Em vista disso, participar da administração pública deveria ser encarada como uma missão, um apelo divino à nossa inteligência para ajudar a evolução material e espiritual daqueles que estão sob a nossa autoridade. Deixando-nos influenciar pelo egoísmo, pela vaidade e pelo orgulho, podemos nos perder na senda da evolução. De qualquer forma, a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.

No capítulo sobre As Aristocracias, em Obras Póstumas, Allan Kardec ensina-nos que as sociedades nunca prescindiram de chefes. Para refrear a corrupção e melhorar o relacionamento político, ele propõe a formação de uma aristocracia intelecto-moral, ou seja, os governantes devem ser inteligentes e de moral elevada para se posicionarem acima dos interesses pessoais e de grupos e se lançarem ao alcance do bem comum, que é de todos.

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