30 outubro 2014

Educação, Pobreza e Fome pelo Freak

Tese: "Se a pergunta é errada, a solução também o será."

Qual a causa da baixa educação? As respostas são: tamanho das escolas, tamanho das turmas, estabilidade administrativa e capacitação dos professores.

Dentre as respostas acima, analisemos a capacitação dos professores. Um professor mais bem capacitado poderia aumentar a produtividade do ensino. Mas esta não é a resposta correta. Dever-se-ia acrescentar o quanto a criança aprende com os pais, a intensidade do trabalho que efetuam em casa e se os pais lhes incutem um gosto pela educação.

Exemplificando: na Finlândia, Cingapura e Coreia do Sul, os futuros professores são recrutados entre os melhores estudantes universitários, ao passo que nos Estados Unidos pela metade inferior de sua turma.

A pergunta correta: por que as crianças americanas são menos educadas que as da Estônia ou da Polônia?

Quais são as causas da pobreza e fome? A resposta fácil seria falta de dinheiro e alimento. Por que persistem os mesmos problemas, depois de dar dinheiro? É que a pobreza é um sintoma, ou seja, ausência de uma economia funcional.

Amartya Sen, economista, diz que "A fome é o que caracteriza as pessoas que não têm alimentos suficientes para comer". "Não é o que caracteriza o fato de não haver alimentos suficientes."

Fonte de Consulta

LEVITT, Steven D. e DUBNER, Stephen J. Pense como um Freak. Tradução de Clóvis Marques. Rio de Janeiro: Record, 2014. 








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Endireita Rio - Mezzomo

Rodrigo Mezzomo, advogado e professor, neste vídeo, descarta a reconciliação proposta pela presidente Dilma, depois de eleita: não haverá qualquer conciliação! A oposição será forte e sistemática. 


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29 outubro 2014

As Contradições do PT

No período que antecedeu as eleições, o Partido dos Trabalhadores, principalmente na figura do seu 40.º ministro, o Sr. João Santana, difamou, mentiu e destruiu reputações. Novamente no cargo, a presidente fala em diálogo e união. Quem vai acreditar em semelhantes palavras? Os indignados com os últimos acontecimentos não sentem nenhum apreço por essas palavras, pois há uma enorme contradição. 

Na campanha eleitoral difamaram os banqueiros e os empresários, chamando-os de ricos e inimigos dos pobres. Há indícios de que irão procurar um ministro da fazenda num banco famoso. A pessoa cotada é o presidente executivo do Bradesco, Luiz Trabuco. Segundo informações jornalísticas, ele tem 1% de aceitar o convite. Quem vai querer enfrentar a dificuldade criada pelo próprio PT? O escolhido terá independência para estruturar a economia, segundo as leis próprias da economia, ou deverá ficar debaixo da ideologia do PT?


De onde vem o dinheiro que usam para desqualificar os banqueiros e os empreendedores? Dos próprios banqueiros e empreendedores, além daqueles oriundos da corrupção. Deduz-se que há muita gente conivente com esse status quo - alguns por ideologia, mas a maioria através de uma lavagem cerebral. O bem tem que mostrar a sua cara senão será engolido pelo mal. Este deve ser o papel de todo o homem de bem, que paga o seus impostos e os vê alocados em falcatruas e corrupções.

Caso houvesse transparência (ética), vinda de cima para baixo, muitas pessoas não teriam a oportunidade de se venderem como sói acontecer com muitos empresários, banqueiros e veículos de comunicação. Esforcemo-nos por aumentar o número de pessoas informadas e que sintam indignação pelo mar de lamas que se encontra o nosso país. 


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Gramsci e a Hegemonia Orgânica


Intelectuais inorgânicos

GASTÃO REIS RODRIGUES PEREIRA - O ESTADO DE S.PAULO
29 Outubro 2014 | 02h 04


Gramsci foi, sem dúvida, uma figura importante do pensamento e da filosofia da práxis (imperativo da atividade humana prática) marxista do início do século passado, cuja influência se estende até hoje na vida acadêmica, aqui e alhures. Foi um pensador que ousou apontar erros de Marx em sua visão da História. Não acreditava em leis históricas inexoráveis que levariam automaticamente a classe trabalhadora ao poder. Também discordava de Lenin, que via no econômico o fator determinante da mudança e a cultura como peça ancilar do processo que levaria ao comunismo na etapa final.
Nessa linha, desenvolveu o famoso conceito de hegemonia orgânica, a ser construída por intelectuais devidamente treinados oriundos da classe trabalhadora. O poder da burguesia, segundo ele, não emanava apenas do dinheiro, mas do poder das ideias embutido na cultura dominante. Não seria suficiente controlar os instrumentos de poder da sociedade política: a polícia, o exército, o sistema legal, etc. Era preciso ir além e se assenhorear, primeiro, dos pilares em que se assenta a sociedade civil: a família, o sistema educacional, os sindicatos, etc.
A primeira é o reino da força e a segunda, do consentimento. Feita a cabeça da população, a conquista da sociedade política estaria naturalmente validada. Esse trabalho de conquistar mentes e corações caberia aos intelectuais, ditos orgânicos por Gramsci, em contraposição aos tradicionais, que estariam por ora no manejo dos cordões que perpetuam, via cultura, a manutenção do regime capitalista.
Parece-me que o melhor modo de entender a questão de fundo envolvida nesse processo é a tese desenvolvida por Hannah Arendt em seu brilhante livro A Promessa da Política. Ali ela nos fala da ilustre tradição de liberdade política, nascida com Platão e Aristóteles, de respeito ao outro como Homo politicus. Ela nos chama a atenção para a praça pública grega, berço da democracia ocidental, onde as diferentes opiniões eram livremente debatidas e as decisões eram tomadas pelo voto igualitário dos cidadãos livres.
Também nos relembra a atitude do Império Romano, a despeito da força das armas, em relação aos povos conquistados. A Pax Romana conseguia abrir espaço para uma convivência relativamente pacífica, em que a eliminação física dos povos sob o domínio de Roma nunca se constituiu num objetivo sistemático do império, salvo em alguns casos excepcionais, como o de Cartago.
Pois bem, essa ilustre tradição da vida política ocidental perdurou por 2 mil anos até que pensadores como Hegel e Marx abriram as portas, no plano filosófico, para as trágicas experiências totalitárias que se materializaram com o nazismo e o comunismo. Em última instância, o que aconteceu é que suprimiram, na prática, o espaço de manifestação do outro, aquele que discorda de nós. É nessa vertente que Gramsci se enquadra quando propõe a formação de quadros rotulados de intelectuais orgânicos comprometidos com a visão de mundo da classe trabalhadora. A verdade passa a ser a da classe social dominante.
Para Gramsci, era fundamental trabalhar na sociedade em geral essa substituição de senhores: saem de cena os capitalistas e assume o palco o discurso ideológico da classe trabalhadora. Tudo se passa após um longo período em que esse processo se torna uma espécie de segunda natureza. A pedra no caminho, entretanto, foi a dura realidade. Ou seja, os estragos monumentais que ocasionaram na vida política e na economia dos povos que se viram submetidos à visão de mundo e às práticas concretas do comunismo.
Por muito tempo, as vozes que se opunham aos desatinos daí resultantes eram simplesmente sufocadas (e descartadas) com o argumento de que não passavam de espasmos do pensamento reacionário de direita. Raymond Aron, autor, em 1957, de Marxismo - O ópio dos Intelectuais, foi vilipendiado na França como vendilhão do templo proletário, se é que podemos usar esses dois termos juntos em tempos de ateísmo rompante. No entanto, foi ele, e não Gramsci, que, no final da vida, foi homenageado pela juventude francesa como um intelectual comprometido com a liberdade e a verdade.
Dois outros exemplos emblemáticos foram os cursos divergentes, na esfera política, de dois dos maiores intelectuais do século 20: Bertrand Russell e Jean-Paul Sartre. E ainda o caso de Confúcio. O primeiro visitou a Rússia em 1923, poucos anos após a Revolução de 1917, e saiu de lá horrorizado com o que viu. Jamais deu corda ao projeto comunista. Jean-Paul Sartre, por sua vez, aderiu de corpo e alma ao novo regime, terminando seus dias, pateticamente, em Paris, distribuindo um jornaleco pró-Revolução Cultural. Jamais conseguiu chegar a bom termo em sua química (impossível) de tentar casar existencialismo e marxismo. O primeiro é o primado do individual sobre o social e o segundo, o inverso. Confúcio, contrariamente ao que rezava a vulgata dos imperadores chineses de ordem e harmonia permanentes, pregava o dever moral dos intelectuais de criticar o dirigente, mesmo pondo em risco a sua vida, quando ele abusasse do poder ou estivesse oprimindo o povo.
A História do século 20 deixou clara a opressão brutal dos regimes comunistas sobre os povos que dominaram. Se na prática não funcionou, a teoria precisa ser reformulada para pôr as coisas em seus devidos lugares. No caso do intelectual orgânico gramsciano, o rótulo correto seria o de intelectual inorgânico, dado que a realidade política do mundo o expeliu de seu organismo (menos nas universidades brasileiras...). Na verdade, ontem, hoje e sempre, o compromisso do intelectual é sobretudo com a liberdade e a verdade. A liberdade no coração e a verdade na cabeça. Este, sim, seria o intelectual realmente orgânico. A classe social a que pertence não pode ser o seu norte. Ir contra ela pode ser um imperativo ético que Confúcio, milênios antes, já havia percebido. O intelectual orgânico de Gramsci não passou de mais um dos descaminhos trilhados pela filosofia marxista no século 20.
*Gastão Reis Rodrigues Pereira é empresário e economista. E-mail: gastaoreis@smart30.com.br 
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Freak e "Eu Não Sei"

Uma das palavras mais difíceis de dizer é "Eu não sei". Por quê? Porque a maioria das pessoas coloca os interesses próprios em primeiro lugar. Nesse caso, o preço de dizer "Não sei" é mais alto do que estar errado. Um freak, traduzido por "aberração", quer dizer indivíduo que pensa pela própria cabeça, evitando seguir passivamente a maioria. 

Quanto tempo não se ganha dizendo simplesmente "eu não sei"? Um freak deve "Pensar sob um ângulo diferente, com outros músculos, outras expectativas; e não com medo nem favoritismo, nem otimismo cego nem ceticismo amargo". A maioria, contudo, prefere seguir o rebanho, aceitando passivamente o status quo, pois pensar pode desgastar os neurônios. 

Alguns pensamentos 

"Os problemas fáceis evaporam; os difíceis é que persistem."


"Poucas pessoas pensam mais de duas ou três por ano. Eu ganhei fama internacional pensando uma ou duas vezes por semana." (George Bernard Shaw)

"Todo mundo tem direito a suas próprias opiniões, mas não a seus próprios fatos." Daniel Patrick Moynihan

"Previsão é muito difícil, especialmente tratando-se do futuro." (Niels Bohr)

"Pessoas inteligentes gostam de fazer previsões que soem inteligentes, mesmo que possam estar erradas." 

"Não é porque você é muito bom em alguma coisa que será bom em tudo."

Ultracrepidanismo é o "hábito de dar opiniões e conselhos em questões alheias ao seu conhecimento ou competência".

"Muitas ideias obvias só são óbvias a posteriori, depois que se deu ao trabalho de investigá-las, para demonstrar que estavam certas (ou erradas)."

Fonte de Consulta 

LEVITT, Steven D. e DUBNER, Stephen J. Pense como um Freak. Tradução de Clóvis Marques. Rio de Janeiro: Record, 2014. 




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Urna Eletrônica: Constitucionalidade



A (in)constitucionalidade da urna eletrônica

GERALDO MINIUCI
24 Outubro 2014 | 05:04

A introdução da urna eletrônica no processo eleitoral teve dois tipos de consequências: de um lado, no plano prático, ela permite que as eleições sejam rapidamente apuradas, que seus custos sejam reduzidos, que não haja mais, como havia no tempo em que se utilizavam cédulas de papel, dúvidas acerca de um voto dado, de um nome ou número escrito na cédula ou, senão, de erros humanos involuntariamente cometidos na contagem manual. Aliviou, em suma, tanto o trabalho de todos os operadores diretamente envolvidos no processo eleitoral (p.ex., juízes, procuradores, cidadãos da comunidade) como a ânsia de quem deseja conhecer o resultado final do pleito dentro da maior brevidade possível.
De outro lado, porém, essa sofisticação tecnológica que substitui a contagem manual pela eletrônica substitui também o modo de fiscalizar o procedimento eleitoral, limitando o acesso de quem não for especialista. No tempo em que se utilizava cédula de papel e a contagem de votos era manual, qualquer cidadão poderia observar e compreender uma apuração; hoje, no entanto, somente alguns cidadãos poderão fazê-lo, pois, sendo a contagem eletrônica e realizando-se ela no interior de uma máquina, apenas especialistas terão condições de avaliar se ocorreu ou não algum tipo de violação na transmissão de dados. Em outras palavras, houve a substituição de um controle que poderia ser realizado por qualquer pessoa por um controle que somente pode ser feito por especialistas e que obriga o leigo a pedir que alguém, o Estado ou alguma entidade privada, exerça, em seu lugar, um direito seu. Se, antes, havia transparência para qualquer indivíduo que acompanhasse as apurações, agora já não há mais.
Por essa razão, em julgamento realizado no ano de 2009, a Corte Constitucional alemã considerou inconstitucional a utilização de urna eletrônica, argumentando que o sistema eletrônico impede que os eleitores exerçam um controle eficaz, pois uma parte essencial do procedimento, a contagem de votos, ocorre dentro de máquinas. Uma vez sanada a falta de transparência, porém, nada deveria impedir a utilização do equipamento.
A urna eletrônica combinada com voto impresso tem figurado entre as propostas para suprir essa lacuna. Em linhas gerais, esse tipo de urna funciona da seguinte maneira: o eleitor vota, uma impressora imprime o voto, o eleitor retira esse voto impresso da máquina, confere, dobra-o e deposita-o numa urna física. Com isso asseguram-se os dois tipos de contagem, a eletrônica e a manual, e a transparência necessária para garantir a constitucionalidade do procedimento.
No Brasil, a Lei 12.034/09 instituiu o voto impresso, adotando porém um outro tipo de esquema: nesse caso, depois de votar, o eleitor veria na tela a reprodução do voto dado, confirmaria a informação, uma cédula seria, em seguida, impressa e depositada automaticamente, sem contato manual, em local previamente lacrado. Esse voto receberia um número associado à assinatura digital da urna eletrônica, o que permitiria tão-somente saber que aquela cédula pertencia àquela urna. Ora, poderá um eleitor leigo ter certeza de que o voto depositado na urna lacrada é o voto que ele efetivamente deu? Ainda que se pudesse alegar que semelhante sistema não sanaria a falta de transparência, não foi por esse motivo que, em 2013, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou, por unanimidade, inconstitucional o dispositivo que introduziu essa modalidade de voto impresso no processo eleitoral brasileiro. Em vez de uma real falta de transparência, o principal argumento esgrimido contra a norma foi a possibilidade de violação do artigo 14 da constituição federal, que assegura o sigilo do voto. Isso porque entenderam a Procuradoria Geral da República (PGR), autora da ação, e os ministros do STF que o sistema implantado permitiria a identificação dos eleitores e de seus respectivos votos. Além disso, outras suposições e preocupações de natureza administrativa foram apresentadas como justificativa para declarar a inconstitucionalidade da norma: que o voto impresso seria um “foco de vulnerabilidades”; que “a introdução de impressoras potencializaria falhas e atrasaria o trabalho nas seções e zonas eleitorais do País”; que “a porta de conexão do módulo impressor abre-se a fraudes que podem comprometer a eficiência do processo eleitoral”; que haveria aumento de custos e demora na apuração e na divulgação dos resultados da eleição; que se houvesse falha na impressão ou travamento do papel da urna eletrônica, seria necessária a intervenção humana para solucionar o problema, e os votos registrados até então ficariam expostos à pessoa responsável pela manutenção do equipamento.
Em resumo, enquanto a corte constitucional alemã, diante da efetiva falta de transparência, sugeriu que a inconstitucionalidade da urna eletrônica poderia ser sanada com a introdução do voto impresso, o STF, diante da mera possibilidade de violação do artigo 14 da constituição, declara inconstitucional o mesmo voto impresso. No lugar da transparência, princípio fundamental da ordem democrática, o tribunal brasileiro opta pela confiança: a confiança nas auditorias, a confiança nos técnicos e na integridade técnica do sistema, a confiança nos responsáveis pela gestão da fiscalização, em suma, a confiança como a manifestada pela Ministra Relatora Carmen Lúcia, na época igualmente Ministra Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE): a “auditoria não só pode como é feita. Mas, ao contrário do papel, ela fica em sistemas completamente inatacáveis por quem quer que seja”.

Professor Associado do Departamento de Direito Internacional e Comparado da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo

http://blogs.estadao.com.br/direito-e-sociedade/a-inconstitucionalidade-da-urna-eletronica/


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27 outubro 2014

Eleição 2018: Oposição Deve Começar Já

Um pleito eleitoral, financiado através dos nossos impostos, deveria nos fornecer informações sobre as ideias que os candidatos têm sobre os diversos problemas que afetam a nova vida econômica, política e social.

Em seu lugar, destacaram-se a mentira, os ataques pessoais, a calúnia, a difamação, o terrorismo eleitoral, a violência e o uso da máquina pública a favor de um partido.

Gostaria de saber qual foi o custo real da campanha do PT. Quanto não custou cada filme de padrão dos clássicos norte-americanos?

Em vista disso, os representantes oposicionistas do Congresso Nacional deveriam começar o seu trabalho a partir de hoje, para ter algum fruto na próxima eleição. 
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Três Pilares do Liberalismo e o Brasil

Assista à palestra de Rodrigo Constantino sobre o problema da liberdade econômica, política e de imprensa no Brasil.

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Eleições 2014: Uma Reflexão sobre o Nazismo

Nestas eleições, o termo "nazismo" apareceu diversas vezes nas discussões. Eis um breve resumo, extraído da Enciclopédia Mirador Internacional.  

O nazismo foi um movimento político que surgiu na Alemanha na década de 1920, do qual resultou a ascensão de Adolf Hitler ao poder e cujo desenvolvimento conduziu à segunda guerra mundial. Apresenta-se como ultranacionalista e inimigo da democracia liberal, mobiliza as massas com palavras de ordem belicosas e demagógicas.

Entre os pontos do programa, formulado por Hitler em 1920, estão: união de todos os alemães numa Grande Alemanha (incluindo seis milhões de austríacos, três milhões de sudetos e um milhão de alemães espalhados na Polônia e em Danzig); revogação dos tratados de Versalhes e Saint-Germain; cassação da cidadania dos judeus; pena de morte para os traidores e usuários; criação de um forte poder central.

A ditadura nazista se apoiava, fora do partido, na polícia secreta (GESTAPO), e na doutrinação de massas, incluindo a radiodifusão e o cinema. 

Tão logo tomou o poder, começou com a desfederalização e a implantação do sistema unipartidário. Depois disso, uma intensa perseguição aos judeus, considerados, em 1935, Gegenreich (contra o Reich), pelas leis de Nuremberg. Essas medidas culminaram com os campos de concentração e o genocídio. 

O autor, Adolf Hitler, se investe na missão de predestinado, a quem cabe a missão de purificar o mundo. "Creio agir - escrevia - no sentido desejado pelo Criador Todo-Poderoso. Lutando contra o Judeu, eu defendo a obra do Senhor". O regime nazista teve muita hostilidade ao livre florescimento das ciências, letras e artes. 

Hitler era o legislador, o juiz e o executor supremo. Suas ordens - que não tinham necessariamente de tomar a forma de leis - deviam ser obedecidas cegamente.

O desfecho lógico para criar o império nazista seria a guerra. Tinha a previsão de durar um milênio. Contudo, desmoronou-se depois de 12 anos. 



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Eleições 2014: Vitória com Cara de Derrota

O Brasil precisa de um choque de gestão, mas vai continuar como está, principalmente em função daqueles que recebem uma bolsa: família, casa, empresário. As denúncias de corrupção e o terrorismo eleitoral não deixaram esses eleitores indignados. A vitória foi legal, mas não moral, porque a maioria dessas pessoas foi pressionada a votar no candidato oficial com medo de perder o seu benefício, pois plantou-se a mentira de que o opositor iria tirá-lo.


A pessoas querem ganhar o benefício, mas dificilmente perguntam de onde vem esse recurso. É aí que reside o nosso problema maior: alguém tem de produzir o recurso ou o governo aumenta a sua dívida pública. Em nossos dias, o crescimento econômico chega perto de zero. De onde sairão os recursos? 

Observe o quadro abaixo:





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26 outubro 2014

Inflação e Crescimento Econômico: Dados Comparativos





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Eleições 2014: DataMaricy, Data Carlinhos Sensitivo e DataNunes

Artigo de Neil eu acredito Ferreira publicado no jornal Diário do Comércio, de São Paulo
Saiu um DataFalha e eu não acreditei. Vai sair um Ibofe e eu não vou acreditar. Acredito no DataMaricy, no Data Carlinhos Sensitivo e no DataNunes, que são institutos da maior confiança.
“DataMaricy”, 20/10 às 12h58.  Maricy  afirma que Aécio ganha a eleição. Maricy é uma astróloga de renome internacional, que há mais de 20 anos fez um mapa astral surpreendente e impecável da filha.
O trecho que segue se refere ao 2º turno da eleição e é inteiro entre aspas. É uma cópia fiel do que ela postou no Facebook.
No 1º turno, quando Aécio tinha só 14 pontos, metade da Marina e menos da metade da Dilma, Maricy postou que Aécio chegaria ao 2º turno – e acertou. A cópia abaixo é permitida pela Maricy, desde que seja dado o crédito. Abre aspas:
“(…) Eclipse Solar 23/10/2014, no Grau Zero de Escorpião. O que significa? Para você que não estudou Astrologia: sempre Eclipse no Grau Zero de qualquer signo é muito forte. Em Escorpião, a entrada de Marte em Zero de Capricórnio dia 26 + Eclipse do dia 23 = HOMEM CHAMADO AÉCIO ELEITO NO DIA 26!
A explicação é apenas para vocês seguidores (dos posts dela, e são milhares) ter absoluta certeza que Astrologia funciona…, e tranquilizar todos vocês nessa  semana (…)” Fecha aspas.
A opinião é sem margem de erro de dois planetas pra mais ou pra menos, pra cima ou pra baixo; pra mim a credibilidade é de 100%.
Acredito também no Data Carlinhos Sensitivo, que foi o primeirão a afirmar que Aécio não só chegaria ao 2º turno, como ganharia a eleição bem apertado e seria o melhor presidente que o Brasil já teve.
Isso quando até seus aliados mandavam recados pelos jornais para que desistisse da candidatura e apoiasse Marina, numa trairagem inacreditável. Aécio enfrentou tudo de peito aberto e cabeça erguida.
Para que não se pense que sou crédulo a ponto da ingenuidade, saiba-se que minhas crendices são científicas: acredito na Área 51, em Roswell, que fica no deserto de Nevada perto de Vegas, onde teria caído um OVNI nos anos 50.
Um tripulante teria sido encontrado morto e seu corpo estaria sendo objeto de estudos secretos até hoje, passando pelo conhecimento de várias  gerações de  M.E.s, Medical Examiners, médicos especialistas em autópsias.
O funcionamento da máquina voadora nunca foi entendido e o material com que é feita (metal? plástico ?) ainda desafia o conhecimento da indústria espacial. Nem a Nasa sabe do que se trata.
Acredito em OVNIs; e tenho certeza de que foram os aliens que construíram as Pirâmides do Egito e fizeram os desenhos gigantescos de Nazca. A mais estranha e provocante série da tv americana, “X Files”, foi produzida por um alien, com o episódio piloto escrito por outro alien e com toda a primeira temporada roteirizada e dirigida por outro alien.
A série teve mais de dez temporadas e só foi suspensa quando a tv e o cinema já tinham sido completamente ocupados pelos aliens, com Elvis Presley, Beatles, Stones, Bob Dylan, Spielberg e George Lucas à frente.
Há suspeitas de que Pelé seja um deles; Michael Jordan e Scott Pippen são. A Bündchen e a Aniston, a “Rachel” da série Friends, com certeza também são. Os dois “M.I.B”, “Men In Black”, são. Os inventores do Velcro, do “Post it” e da caneta Bic também são.
Cito o DataNunes, do jornalista Augusto Nunes, da maior credibilidade, que mostra como trata os fatos e não os arruma com a mão-boba. Abre aspas de novo:
“(…) Para acabar com a lengalenga, e botar ordem no bordel das porcentagens, o DataNunes acaba de divulgar o terceiro boletim sobre o segundo turno.
Como se sabe, é o único instituto que, em vez de pesquisas, faz constatações, com margem de erro abaixo de zero e índice de confiança acima de 100%.
Como o crescimento de Dilma no Nordeste foi neutralizado pelo avanço de Aécio nas demais regiões, os índices não mudaram: com 55%, o senador do PSDB continua 10 pontos percentuais à frente de Dilma, estacionada em 45% (…)”. Fecha aspas de novo.
E tem a pesquisa que vale: o Instituto Verita, que entre os institutos que armaram a lambança do 1º turno,  foi o único que acertou as previsões de voto, divulgou (22/10) no site do jornal “Hoje em Dia” o resultado da sua pesquisa mais recente, que mostra Aécio com 10 pontos na frente da Dilma: Aécio 55, Dilma 45. Esta pesquisa entrevistou 9 mil eleitores em todo Brasil, o dobro dos pesquisados no DataFalha.
Nós, os eleitores do Aécio, não podemos perder a confiança com a aparição de números manipulados por institutos lambanceiros, que mostraram sua incompetência (ou má fé) no 1º turno.
A pesquisa final é o voto na urna. Dizem que brasileiro tem memória curta, então lembro: no 1º turno, Aécio dormiu no sábado com 18 a 19 pontos. Acordou no domingo, dia da eleição, com 20 pontos. Pulou pra 24 na boca de urna. Fechou o dia eleito para o 2º turno com 34 pontos.
Nossos votos fizeram o milagre e vão fazer mais, vão fazer Aécio presidente.
(Sou um sortudo: consegui comprar ingresso para o segundo show de Sir Paul, em 25/11, quando Aécio já será presidente).
Seu voto sua arma. Atire para matar.
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Eleições 2014: Não Votar é Escolher o Pior

Muitas pessoas dizem que não vão votar porque todos os políticos são farinha do mesmo saco. Esta não é uma atitude correta. O bem público pertence a todos. Se o Brasil vai bem,  consequentemente haverá uma melhora para cada um dos brasileiros; se vai mal, uma piora para todos os brasileiros.

Estude, pesquise, tire as suas conclusões e vote naquele candidato que estiver mais bem preparado para gerir o Brasil para o bem de todos os brasileiros e não somente para alguns grupos escolhidos. 







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25 outubro 2014

Eleições 2014: Voto Consciente

Voto Consciente

Afirma um brocardo popular que “cada povo tem o governo que merece”. Nos países democráticos, o povo tem governo que elege, considerando-se a liberdade de escolha que é deferida aos seus cidadãos. Dessa forma, o voto é um instrumento de grande significado e de alta responsabilidade para o processo de desenvolvimento da sociedade, para a construção da dignidade social e política, para a conquista ético-moral dos valores humanos. Deve ser usado de maneira consciente, escolhendo-se o indivíduo que possua os recursos valiosos para a desincumbência da função para a qual será eleito.

Infelizmente, o nosso povo não é conscientemente politizado, sendo vítima de circunstâncias desfavoráveis ao discernimento, facilmente enganado com promessas mirabolantes, que despertam os interesses egoístas e induzem muitos eleitores não esclarecidos a venderem-no ou trocarem-no por quinquilharias que ambicionam. Sob outras condições, pessoas contrariadas com os maus administradores e os corruptos, procuram vingar-se votando em animais ou em cidadãos totalmente incapazes de conduzir a própria existência, muito menos, a comunidade, e que são facilmente corruptíveis. O que parece um desforço, uma zombaria, termina como fenômeno infeliz para a sociedade, que pagará o tributo do sofrimento, amargando as consequências inditosas desse ato com a ausência dos recursos que dignificam a comunidade.

Inconscientes quão perversos, esses administradores não se desincumbem dos deveres que lhes cabem e enriquecem ilicitamente, enquanto o povo padece as injunções da miséria, do abandono, e até mesmo do escárnio. No próximo domingo, após avaliarmos as apresentações dos senhores candidatos ao segundo turno, especialmente para a presidência da república, demos o nosso voto com dignidade e consciência, não levando em conta os debates em torno de calúnias e ameaças, mas em relação aos programas de governo, a fim de podermos desfrutar de um período de desenvolvimento e de plenitude.

Divaldo P. Franco (Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em  23-10-2014)

Os Espíritas e a Eleição

"O Espiritismo não cria a renovação social: a madureza da humanidade é que fará dessa renovação uma necessidade. Pelo seu poder moralizador, por suas tendências progressistas, pela amplitude de vistas, pela generalidade das questões que abrange, o Espiritismo é mais apto do que qualquer outra doutrina para secundar o movimento de regeneração; por isso, é ele contemporâneo desse movimento. Surgiu na hora em que podia ser de utilidade, visto que também para ele os tempos são chegados". (in A Gênese, de Allan Kardec - ed. FEB).

Esclarecem os Espíritos, em O Livro dos Espíritos que o progresso moral decorre do progresso intelectual, porém nem sempre a ele se segue (Questão n.º 780).

Nós espíritas sabemos que temos um compromisso intransferível com a reforma íntima: "Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas más inclinações". (Cap. XVII, item 4, "in fine" de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec). Mas, esse aperfeiçoamento pessoal deve refletir-se em nossa atuação consciente para transformar a sociedade em uma sociedade justa e amorosa, pois advertem os Espíritos: "Numa sociedade organizada segundo as leis do Cristo, ninguém deve morrer de fome" e adita Allan Kardec: "... Quando praticar (o homem) a Lei de Deus, terá uma ordem social fundada na justiça e na solidariedade e ele próprio será melhor". (Questão 930 de O Livro dos Espíritos).

Destaca-se, então, o compromisso do espírita com uma nova ordem social, fundada no Direito e no Amor. Obviamente, essa transformação dependerá da ação consciente dos bons e ao lado deles, os espíritas atuando com uma "consciência política", fundamentada nos princípios éticos das Leis Morais de O Livro dos Espíritos.

Portanto, não pode o espírita alienar-se da sociedade e não agir, com conhecimento e amor, nessa transformação, em importante momento histórico da civilização humana: "Aproxima-se o tempo e que se cumprirão as coisas anunciadas para a transformação da Humanidade". (O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XX, item 5º).
Observando a ousadia da maldade e a confusão entre bondade e omissão, Allan Kardec indagou aos Espíritos: "Porque, no mundo, tão amiúde, a influência dos maus sobrepuja a dos bons?
- "Por fraqueza destes. Os maus são intrigantes, os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, preponderarão". (Questão 932 de O Livro dos Espíritos - Ed. FEB).
A resposta é clara e precisa, não permite dúvidas àqueles que pretendem ser bons.
O mundo e, especificamente, a estrutura social brasileira, está precisando de transformações urgentes para coibir a ação dos maus que solapam os bons costumes, que semeiam a miséria, que se utilizam dos instrumentos da corrupção, da fraude e da mentira para atingirem seus objetivos egoísticos e antiéticos.

Momento significativo para a transformação da sociedade é a realização de eleições para os poderes Legislativo e Executivo. Em breve seremos chamados às urnas. O espírita precisa estar consciente da sua responsabilidade nesse momento, seja pleiteando cargos eletivos, seja simplesmente depositando o seu voto na urna.

O voto é uma procuração que se passa ao candidato para que, se eleito, ele aja em nosso nome a bem da coletividade. É a maior manifestação de amor ao povo. Não votar, anular o voto, omitir-se é apoiar as forças do mal, é permitir que maus sobrepujem os bons.
Para que o espírita tenha critérios de avaliação do candidato, compare a sua conduta como membro da família, na atividade profissional, seu interesse e envolvimento como a comunidade e os princípios contidos em O Livro dos Espíritos - 3a. Parte - Das Leis Morais, onde estão os conceitos sobre: o Bem e o Mal, a Sociedade, o Trabalho, o Progresso e a Igualdade, Justiça e Amor.

Porém, não se pode levar as questões político-partidárias para dentro do Centro ou Instituição Espírita.

Aylton Paiva



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23 outubro 2014

Eleições 2014: Mercado e Estado

No Brasil, as eleições de 2014 mostram-nos duas propostas de governo: de um lado, o partido que está no poder há 12 anos propõe um aumento do Estado, com a tentativa perene da restrição das liberdades individuais. Do outro lado, está o partido que propõe uma arquitetura política baseada no livre-comércio, na busca de soluções pelos princípios que regem a ciência econômica. Exemplo: quando há aumento de demanda de um produto e escassez de sua oferta, o preço deverá subir. O primeiro caracteriza o socialismo; o segundo, o capitalismo.

O socialismo pressupõe o Estado forte que delibera sobre tudo: os protegidos desse Estado não perguntam de onde vem o dinheiro; querem apenas que suas necessidades, tais como casa própria, sejam atendidas (doadas pelo Estado). Mas o Estado é uma abstração; ele apenas distribui o que antes arrecadou, ou seja, alguém tem que produzir, pagar impostos, para que o outro lado possa receber sem nada produzir. Além do mais, a experiência mostra que os socialismos existentes resultaram em escravidão e miséria.

Na outra ponta está o capitalismo, que é barbaramente difamado. Acontece que o capitalismo não é uma teoria formulada por um pensador. Ele é antes um movimento espontâneo que começou de baixo para cima. Exemplos não faltam de pessoas que começaram no fundo de uma garagem e depois se tornaram potências econômicas. Aquele produto vai agregando valor, toma força, cai no gosto da população, ajuda no seu bem-estar e lhe traz felicidade. Se não fossem esses inovadores, possivelmente não teríamos a facilidade da comunicação pela internet nos dias de hoje.

O Estado é um conjunto organizado das instituições políticas, jurídicas, policiais, administrativas, econômicas etc., sob um governo autônomo e ocupando um território próprio e independente. Numa democracia autêntica, devem ser tomados alguns cuidados para que não se transforme em tirania, como bem nos advertia Aristóteles em sua época. Por isso, as leis e a autonomia de poderes, a fim de tornar as coisas de Estado impessoais.

O Estado grande é sinônimo de corrupção. Observe a corrupção no Brasil. Começou com o "mensalão" e evoluiu para o "petrolão". Permanecendo esse status quo, outros aparecerão, porque a corrupção tornou-se um modus operandi. O capitalismo de estado, que deturpa o termo capitalismo, é uma simbiose entre grandes grupos econômicos, Estado e sindicatos. Tendo a força pode manipular dados, elaborar uma contabilidade criativa, mentir à vontade. Pode-se dourar a pílula, mas no futuro tudo vem à tona. Como alguém já disse: "O problema da verdade é que ela chega tarde".

No socialismo, cada vez mais dependemos do Estado; no capitalismo, o indivíduo busca o aumento da produtividade através da meritocracia. 


Fonte de Consulta

Entrevista ao VídeoDebate: coletivismo x liberalismo, com Ton Martins e Rodrigo Constantino


Deste vídeo, tomamos algumas notas:

Socialismo resultou em escravidão, miséria e morte. 
Filantropia com o dinheiro alheio: contra o lucro, contra o individualismo. O individualismo é competição, mas também cooperação. 
Muro de Berlim impede de sair; muro dos Estados Unidos, de entrar. 
Há um custo muito alto em deliberar recursos aos que não sabem gerir. 
Milton Friedman, prêmio Nobel de economia, destaca 4 formas de gastos:
Você gasta e se beneficia do gasto.
Você gasta e presenteia alguém.
Você gasta o dinheiro dos outros com os outros.
Você gasta o dinheiro dos outros com você. (o pior de todos)
Estado brasileiro arrecada 40% do PIB (2/5).
Individualismo não é a pessoa que não se preocupa com o coletivo. 
Coletivismo. Pega uma característica e a coloca como relevante. Pobre contra rico, negro contra branco, heterossexual contra homossexual. Se um negro não endossa as cotas, é um traidor. 
Fácil é amar a Humanidade; o difícil é amar o próximo. 
Imagem da democracia: entre dois lobos e uma ovelha, quem será servido para o jantar. 
Estado é aquela grande ficção em que todos querem viver à custa de todos. 
 


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22 outubro 2014

Eleições 2014: Influência dos Espíritos

Anotações Extraídas do livro Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, pelo Espírito Emmanuel, psicografado por Francisco Cândido Xavier.

Tese: Esforços que os Espíritos superiores envidaram para manter intacta a área (em forma de um coração) do Brasil.

"As noites de Cabral são povoadas de sonhos sobrenaturais e, insensivelmente, as caravelas inquietas cedem ao impulso de uma orientação imperceptível" (p.30)Jesus diz a Helil: "afasta essas preocupações e receios inúteis. A região do Cruzeiro, onde se realizará a epopeia do meu Evangelho, estará, antes de tudo, ligada eternamente ao meu coração. As injunções políticas terão nela atividades secundárias, porque, acima de todas as coisas, em seu solo santificado e exuberante estará o sinal da fraternidade universal, unindo todos os espíritos". (p.32)


"Os Espíritos infelizes e perturbados, inimigos da obra de Jesus, que, entretanto, se converterão um dia ao supremo bem, pela sua infinita piedade, agem de preferência nos bastidores administrativos dos dois grandes Estados brasileiros, provocando a vaidade dos seus homens públicos, levantando tricas políticas e conduzindo-os, muitas vezes, a lutas fratricidas e tenebrosas, no sentido de atrasar os triunfes divinos do Evangelho, no coração de todas as almas". (p.63)

"A realidade, todavia, é que a lição de Nassau fora preparada no plano invisível, para que os colonizadores da terra brasileira recebessem um novo clarão no seu caminho rotineiro e obscuro". (p.78)

"Sob a orientação do mundo invisível, Portugal estabelece tratados comerciais, entre eles, alguns como o de Methuen, que mais tarde se verificou ser ruinoso para a indústria portuguesa, mas colocava o Brasil a salvo de lutas com o poderio da Inglaterra. Toda uma ação espiritual se conjuga, harmoniosamente, nessa época, e as falanges de Ismael e de Helil buscam, no silêncio e na obscuridade, o grande coração de Antônio Vieira, que se constituiu poderoso organismo mediúnico para as revelações de suas verdades". (p.86)

"Pelo tratado de Methuen, assinado em 1703, a Inglaterra, cujo poderio marítimo se consolidava depois dos grandes feitos das armadas de Portugal, da Espanha e da Holanda, passaria a amontoar o ouro do Brasil, como principal fornecedora do primeiro e de suas colônias. No capítulo financeiro, o Brasil era, de fato, uma das suas fontes de riqueza, pois que todas as suas reservas se escoavam para o tesouro inglês. Uma sábia disposição do mundo invisível regulamentara a questão dessa forma, adotando essas providências para que a Pátria do Evangelho fosse colocada a cavaleiro de novos choques de ambição, nos seus territórios. A combinação de Methuen era ruinosa para a indústria portuguesa; mas, nos grandes jogos dos interesses internacionais, semelhantes acordos se faziam necessários. A Inglaterra ficaria com o ouro tangível, enquanto Portugal guardaria o ouro imperecível dos corações, dilatando a sua fé e as suas fronteiras, eternizando o patrimônio das suas tradições e das suas esperanças, no tempo e no espaço". (p. 104 e 105)

"Tiradentes entrega o Espírito a Deus, nos suplícios da forca, a 21 de abril de 1792. Um arrepio de aflitiva ansiedade percorre a multidão, no instante em que o seu corpo balança, pendente das traves do cadafalso, no Campo da Lampadosa. Mas, nesse momento, Ismael recebia em seus braços carinhosos e fraternais a alma edificada do mártir.

— Irmão querido — exclama ele —, resgatas hoje os delitos cruéis que cometeste quando te ocupavas do nefando mister de inquisidor, nos tempos passados. Redimiste o pretérito obscuro e criminoso, com as lágrimas do teu sacrifício em favor da Pátria do Evangelho de Jesus. Passaras a ser um símbolo para a posteridade, com o teu heroísmo resignado nos sofrimentos purificadores. Qual novo gênio surges, para espargir bênçãos sobre a terra do Cruzeiro, em todos os séculos do seu futuro. Regozija-te no Senhor pelo desfecho dos teus sonhos de liberdade, porque cada um será justiçado de acordo com as suas obras. Se o Brasil se aproxima da sua maioridade como nação, ao influxo do amor divino, será o próprio Portugal quem virá trazer, até ele, todos os elementos da sua emancipação política, sem o êxito incerto das revoluções feitas à custa do sangue fraterno, para multiplicar os órfãos e as viúvas na face sombria da Terra..." (p. 122)

"— Anjo amigo — interpelou um dos operários da luz naquela augusta assembleia —, estarão enquadrados na lei divina os trágicos acontecimentos que se desenrolam na Terra? Os tribunais se instalam para julgamentos sumários, que terminam sempre por sentenças de morte. As preces das viúvas e dos órfãos elevam-se até nós, nos mais dolorosos apelos, e, enquanto procuramos amparar esses irmãos com os nossos braços fraternos, o banquete da guerra, presidido pelos ditadores, prossegue sempre, como se obedecesse a uma fatalidade terrível dos destinos do mundo.
— Irmãos — explica o mensageiro —, o plano divino é o da evolução e dentro dele todas as formas de progresso das criaturas se verificariam sem o concurso desses movimentos lamentáveis, que atestam a pobreza moral da consciência do mundo. A revolução e a guerra não obedecem ao sagrado determinismo das leis de Deus; traduzem o atrito tenebroso das correntes do mal, que conduzem o barco da vida humana ao mar encapelado das dores expiatórias". (p. 128)

"Logo, porém, ao seu primeiro contato com o Brasil, sob o influxo das falanges do Infinito, o príncipe generoso sente-se tocado da mais alta simpatia para com a Pátria do Evangelho.

Ainda na Bahia, graças às suas relações com o Conde de Aguiar, ministro de D. João VI, José da Silva Lisboa, mais tarde Visconde de Cairu, consegue do soberano a abertura de todos os portos da colônia ao comércio universal. E note-se que semelhante providência, a base primordial da autonomia brasileira, teve seus antecedentes, indiscutivelmente, na atuação das forças espirituais que presidiam aos movimentos iniciais da emancipação, porque, na convenção secreta de Londres, em 22 de outubro de 1807, um dos pontos essenciais que deveriam ser observados, em troca da proteção de Jorge III à Casa de Bragança, no sentido de sua fuga para a colônia distante, era o da abertura dos portos do Brasil à livre concorrência da Inglaterra, reservando-se tal direito somente aos interesses britânicos. O soberano e seus ministros conheciam essas estipulações, através de Lorde Strangford; mas, com o auxílio das influências salutares do plano invisível, reconsideraram a tempo o absurdo de semelhantes exigências e cuidaram de realizar as primeiras aspirações dos patriotas brasileiros". (p. 135)

"— Meu irmão, pondera Ismael sabiamente — o momento da emancipação brasileira não tardará no horizonte de nossa atividade; todavia, precisamos articular todos os movimentos dentro da ordem construtiva, a fim de que não se percam as finalidades do nosso trabalho. O problema da liberdade é sempre uma questão delicada para todas as criaturas, porque todos os direitos adquiridos se fazem acompanhar de uma série de obrigações que lhes são correlatas. Cumpre considerar que toda elevação requer a plena consciência do dever a cumprir; daí a delicadeza da nossa missão, no sentido de repartir as responsabilidades". (p. 149)

"O perigo iminente faz tremer o coração fraterno da cidade. Não fosse o auxílio do Alto, todos os propósitos de paz se teriam malogrado numa pavorosa maré de ruína e de sangue. Ismael açode ao apelo das mães desveladas e sofredoras e, com o seu coração angélico e santificado, penetra as fortificações de Avilez e lhe faz sentir o caráter odioso das suas ameaças à população. A verdade é que, sem um tiro, o chefe português obedeceu, com humildade, à intimação do Príncipe D. Pedro, capitulando a 13 de janeiro e retirando-se com as suas tropas para a outra margem da Guanabara, até que pudesse regressar com elas, para Lisboa". (p. 155)

"O imperador, apesar das suas paixões tumultuárias e das suas fraquezas como homem, possuía notável acuidade, em se tratando de psicologia política. Os estudiosos, que viram na sua personalidade somente o amoroso insaciável, muitas vezes não lhe reconhecem o espírito empreendedor na direção das coisas públicas, inaugurando a era constitucional do Brasil e Portugal, com as suas valorosas iniciativas. São de lamentar os seus transviamentos amorosos e a tragédia da sua vida conjugal, quando ao seu lado tinha uma nobre mulher, cujas renúncias e dedicações se elevavam ao heroísmo supremo; mas, nos instantes em que seu coração se tocava das ideias generosas, criando-lhe no íntimo um estado receptivo propício às inspirações do mundo invisível, as falanges de Ismael aproveitavam o minuto psicológico para auxiliá-lo na tarefa de consolidação da liberdade da Pátria do Evangelho. Foi assim que muitos decretos saíram de suas mãos, objetivando, inegavelmente, a tranquilidade geral". (p.168)

Depreende-se que, apesar dos receios políticos e econômicos, os Espíritos protetores estão de guarda e auxiliarão naquilo que for melhor para o nosso progresso material e espiritual.

Uma prece

Senhor, sabemos que as questões materiais, políticas e econômicas devem ser resolvidas por nós mesmos, principalmente pelo uso de nossa inteligência e pelo conhecimento técnico das leis econômicas e políticas.

De qualquer forma, pedimos que o Senhor, juntamente com os Espíritos superiores, possa influenciar positivamente o eleitor brasileiro, no sentido de cumprir o seu dever cívico, votando conscientemente e de livre vontade, naquele candidato que ele entenda ser o mais capacitado para nos dirigir durante os quatro próximos anos.


Relembremos a mensagem "Prudência" por ocasião da Copa do Mundo


Aquietemo-nos! Relembram os Instrutores Espirituais.
A transição recomenda prudência.
A Pátria do Cruzeiro, com a responsabilidade de representar a fraternidade na Terra, está diante dos olhos do Mundo que aproveitando a ocasião dos jogos redescobre o Brasil.
Colocamo-nos, nesse momento, à disposição dos benfeitores, para pedir as bênçãos para nossa gente, para nossa terra, para nosso torrão Natal. E percebemos o cuidado dos Espíritos Nobres que representam os Pais da Pátria, para zelar pelo equilíbrio, pela prudência e pela ordem.
Os benfeitores nos recomendam prudência. Aquietarmos antes de acelerarmos; paciência, antes que a preocupação maior; oração, antes que o receio.
Os nossos Amigos Maiores pedem que nos habituemos nesses dias: amanhecer orando pela Pátria; durante o dia, mentalizar a paz na Pátria; ao adormecer, orar pelo equilibro da Pátria, porque o mundo espiritual nobre, certamente, cuidando de nós, cria as condições de defesa para que os acontecimentos ocorram com equilíbrio, para que a ordem não se deixe vencer pela desordem, para que a prudência nos conduza com equilíbrio à condução do processo das mudanças necessárias.
Os irmãos infelizes, acostumados à balburdia, à desordem no mundo espiritual inferior, querem aproveitar, também, no seu trabalho organizado, chamar atenção do mundo, para desmoralizar o grande Programa de Jesus para o Brasil.
Por isso, em nome deles, nós queremos pedir aos nossos companheiros o hábito da oração em favor da paz.
Teremos, certamente, preocupações graves que devem esperar de nós e receber das nossas orações o testemunho do equilíbrio, para que as forças do mal não encontrem espaço também em nós.
Os espíritas conhecedores desses acontecimentos, da ação dessas criaturas infelizes, nossos irmãos, devemos estar conscientes de que representamos elos da grande corrente da Bondade que protege o grande programa que o Cristo de Deus colocou nas mãos do povo Brasileiro.
Estejamos, pois, meus irmãos, atentos, não sejamos aqueles que multipliquem as más informações e notícias, mas asserenados, aquietados, nos liguemos aos benfeitores, nesse momento importante, para que possamos transmitir para o Mundo inteiro a nossa gente tão boa, a expectativa de um ambiente de paz e de um povo ordeiro e generoso, e sobretudo Cristão.
Orando juntos, estaremos ligando as forças vivas da bondade, que emana do coração do nosso mestre, o Cristo de Deus, estaremos oferecendo aos nossos dirigentes encarnados, aqueles homens e mulheres que têm a incumbência de zelar pelo equilíbrio e pela orientação política, econômica, social do Brasil, para que os acontecimentos, que possam ocorrer, não perturbem a
generalidade da Nação, e para que o programa do Cristo se faça maior do que os transtornos, e para que, de um modo geral, todos nós contribuamos para a paz.
Mantenhamo-nos aquietados, confiantes, vigilantes e orando, entregando-nos às mãos santíssimas de Jesus de Nazaré.
O Anjo Ismael, aqui, na Federação Espírita Brasileira, organizou programa de trabalho intenso, com os espíritos que representam os dirigentes espirituais do Brasil, para estabelecer nos pontos estratégicos, em Brasília, nas demais cidades importantes do País, as defesas geradas, necessárias para a vigilância e para que a ordem não se perturbe.
Não tenhamos receios, confiemos atentos.
Os momentos políticos que vive o planeta não têm como não refletir no Brasil, e representando o foco do Mundo nesses dias é importante que estejamos aqui na nossa Casa, oferecendo o melhor ambiente vibratório de beleza espiritual, para que o Anjo Ismael possa cumprir, com o apoio dos Espíritos Nobres, o programa de Jesus.
Os momentos recomendam prudência, como dizíamos, e cuidado.
Oremos meus irmãos e mantenhamo-nos em paz.
Que Jesus abençoe a Pátria que amamos, que o Cristo de Deus ilumine as consciências das nossas autoridades, que os ambientes dos jogos sejam protegidos pelas forças da luz, e que a nossa certeza na condução dessas energias nobres faça de nós também instrumento da paz.
Que o Cristo de Deus nos abençoe, abençoe a Federação Espírita Brasileira, abençoe o nosso País, e nos inclua no grande programa dos trabalhadores do Bem.
Abraço-vos, fraternalmente,
José do Patrocínio.
(De gravação de psicofonia pelo médium João Pinto Rabelo, na reunião do Grupo de Assistência e Apoio aos Povos da África, na sede da FEB, no dia 10 de maio de 2014)




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Eleições 2014: Dívida Interna e Externa

Olavo de Carvalho mostra as mentiras do PT. Veja também o documentário aos 4 minutos do vídeo. Você sabe para onde vai o dinheiro do Brasil?

Desde 2003 quando o Lula assumiu a presidência da República, Lula aumentou o valor da dívida em 1 TRILHÃO! 

Já Dilma Rousseff, sem fazer feio seguiu os passos do mestre Lula, o valor da dívida desde o governo Dilma aumentou em 460 BILHÕES.

OU SEJA, o governo do PT está aumentando a dívida do Brasil em 100 bilhões de reais por ano!

O Tesouro Nacional, que apresentou o Plano Anual de Financiamento (PAF) da dívida pública recente, mostra que a dívida aumentou em muito... Chegando a um valor altíssimo de 2.35 trilhões de reais. 

Para você ter uma ideia do valor dessa dívida, tente calcular esse número por 200 milhões de brasileiros!? Conseguiu chegar a uma conclusão? 

Assista aos 4 minutos deste vídeo

 


Para mais informações, acesse:
http://www.gazetadobrasil.com.br/2014/03/economista-waldir-serafim-comenta-sobre.html



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Eleições 2014: Paródia da Turma de Chapéu

Música da Turma do Chapéu faz paródia do "Cotidiano", de Chico Buarque.

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Pastor Silas Malafaia dá-nos cinco motivos para votar em Aécio


 
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Neste vídeo, Rodrigo Constantino dá-nos razões econômicas e políticas para uma votação consciente em 2014

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21 outubro 2014

Eleições 2014

Questão: estamos perto ou muito distante da política com “p” maiúsculo?

Infelizmente, a distância é muito grande: nem plano de governo, nem debate de ideias. O terrorismo eleitoral, a mentira, a distorção dos dados é uma constante, principalmente pelo partido que está no poder há 12 anos. Qual o montante dos recursos públicos (corrupção), tirado de cada um de nós, para nos passar mentiras? Perde-se a conta.

Reflexão: os imperativos da lei natural.

De acordo com os pressupostos espíritas, Deus, na sua infinita sabedoria, deixou impresso em nossa consciência as leis divinas ou naturais, leis estas que nos impulsionam para o bem, a verdade e a justiça. Quer queiramos ou não, elas balizam as nossas ações. Podemos, pelo nosso livre-arbítrio, nos afastar delas, mas a elas teremos de voltar porque dentre elas há a Lei do Progresso, que é uma lei compulsória, ou seja, todos tendemos à prática do bem.

Em vista disso, participar da administração pública deveria ser encarada como uma missão, um apelo divino à nossa inteligência para ajudar a evolução material e espiritual daqueles que estão sob a nossa autoridade. Deixando-nos influenciar pelo egoísmo, pela vaidade e pelo orgulho, podemos nos perder na senda da evolução. De qualquer forma, a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.

No capítulo sobre As Aristocracias, em Obras Póstumas, Allan Kardec ensina-nos que as sociedades nunca prescindiram de chefes. Para refrear a corrupção e melhorar o relacionamento político, ele propõe a formação de uma aristocracia intelecto-moral, ou seja, os governantes devem ser inteligentes e de moral elevada para se posicionarem acima dos interesses pessoais e de grupos e se lançarem ao alcance do bem comum, que é de todos.
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