29 outubro 2015

20 outubro 2015

Discussão do Pedido de Impeachment - Hélio Bicudo, Adilson Dallari e Carla Zambelli - TVeja

Hélio Bicudo, Adilson Dallari e Carla Zambelli na TVeja.

Para Hélio Bicudo, Dilma tem que ser punida nem que a vaca tussa. 

Eles vão protocolar um novo pedido de impeachment de Dilma, ainda mais consistente. 

Assim que registraram o documento em cartório, os juristas Hélio Bicudo e Adilson Dallari, junto com Carla Zambelli, porta-voz dos movimentos, deram detalhes sobre a peça em entrevista a TVEJA. Para o grupo, o novo pedido “mostra de forma evidente e inegável que Dilma cometeu crimes”. E mais. Um parecer anexado pode derrubar os argumentos do governo sobre crimes do mandato passado. 

Assista ao vídeo:


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Marco Aurélio Mello, Ministro do STF, no Roda Viva de 19/10/2015




O ministro Marco Aurélio Mello, há 25 anos no Supremo Tribunal Federal, participou do programa Roda Viva de 19/10/2015. Para ele, a renúncia da presidente Dilma Rousseff, do vice Michel Temer e do deputado Eduardo Cunha, presidente da Câmara, seria o ideal para o Brasil nesse tempo de insatisfação da população. 

Os entrevistadores foram: Daniela Lima (repórter de Política da Folha), José Nêumanne (editorialista do Estadão e comentarista da TV Gazeta e da rádio Jovem Pan), Laura Diniz (editora do site Jota.Info), André Petry (editor especial de VEJA) e André Guilherme Vieira (repórter do jornal Valor Econômico).
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19 outubro 2015

Ronaldo Laranjeira na TVeja

"É irresponsabilidade o STF querer descriminalizar todas as drogas", diz Ronaldo Laranjeira.


O psiquiatra PhD em dependência química, Ronaldo Laranjeira, critica o debate sobre a descriminalização das drogas e afirma que "seria um grande risco" os ministros decidirem pela liberação no Supremo Tribunal Federal. 

Primeira parte da entrevista:



"Se Dilma fosse CEO de uma empresa e fizesse um discurso desconexo ela iria para o departamento médico", afirma o psiquiatra Ronaldo Laranjeira. Na conversa, o médico analisa os problemas do programa 'De Braços Abertos', mantido pela prefeitura de São Paulo na Cracolândia. 

Segunda parte da entrevista:


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01 outubro 2015

João Otávio de Noronha, Ministro do TSE, e o "Sumiço da Ética"

Em seu discurso de despedida como corregedor-geral da Justiça Eleitoral, o ministro João Otávio de Noronha disse que o país passa por um conjunto de crises, entre elas o "sumiço da ética". 


Ele disse: 

"Somos bombardeados a todo momento por notícias de corrupção como se o Brasil fosse uma terra minada". 

"A baixa cotação do homem honesto, da crescente disputa entre os mercadores do parlamento, de multiplicação dos compradores de opinião e até de votos nos leva a questionar se persiste a necessidade de a Justiça continuar com os olhos vendados."

"Vivemos dias de profundas transformações no cenário nacional. Mudanças que não prevíamos e nem prevenimos e cujas consequências não antecipamos. Fala-se o tempo todo em crise, crise de moralidade ante a banalização da inversão de valores, (...) crise econômica e financeira creditada à globalização e à má gestão do dinheiro público, crise de autenticidade flagrada na proliferação dos bodes expiatórios usados para desviar os olhos do eleitor das distorções do poder público, crises de referência em razão do sumiço da ética, crise de enfraquecimento do Estado em contraposição à crescente tentativa de manipulação da democracia pelo ranço do jeitinho brasileiro".

Qual o problema? O Plenário do TSE tinha em pauta a retomada do julgamento de uma ação que pode levar à cassação do mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) e do vice-presidente Michel Temer (PMDB) por abuso de poder político e econômico. O processo é uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME) apresentada pelo PSDB após a diplomação de Dilma e Temer. O processo estava paralisado por um pedido de vista da ministra Luciana Lóssio. Noronha já votou no caso e entendeu que a ação contra Dilma deve ter seguimento. O julgamento, porém, não foi retomado nesta quinta.








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