13 janeiro 2016

Aposentadoria: Pesquisa com Milionários Americanos

Na expectativa da aposentadoria e do descanso, muitas pessoas toleram as condições de suas atividades profissionais, mesmo que não se sintam plenamente realizadas. 

Para os milionários americanos, a coisa funciona de modo diferente. Na pesquisa realizada pelo banco norte-americano de investimentos Merrill Lynch e a Age Wave, organização idealizada pelo geriatra Ken Dychtwald e especializada em pesquisas sobre envelhecimento, grande parte desses milionários querem criar novas possibilidades de trabalho. 

Com o título "Work in Retirement: Myths and Motivations" (Trabalho na aposentadoria: Mitos e Motivações), procurou-se explorar os desafios e crenças comuns sobre o trabalho durante a aposentadoria, em que o número de idosos irá superar brevemente o do jovens.

A pesquisa revelou que três em cada quatro indivíduos em processo de aposentadoria e com idade superior a 50 anos pretende continuar trabalhando depois da aposentadoria. O estudo também mostrou que do número total de milionários pesquisados, um terço continua trabalhando mesmo com idade legal para a aposentadoria.

A pesquisa foi realizada em março de 2014 e contou com a participação de mais de 7.000 entrevistados, sendo que 2.829 possuem mais de 50 anos e pelo menos US$ 250.000 em ativos de investimento (incluindo dinheiro líquido e investimentos, mas excluindo imobiliário).

Qual a lição? O trabalho mental não pára. Por isso, deveríamos nos preparar para o uso produtivo do tempo, depois que nos aposentarmos.  
ver mais

11 janeiro 2016

Jair Bolsonaro e a Escola Pública


Jair Bolsonaro critica os livros didáticos da escola pública
ver mais

06 janeiro 2016

Ensino de História - Marco Antonio Villa

O Ministério da Educação está preparando uma Revolução Cultural que transformará Mao Tsé-Tung em um moderado pedagogo, quase um “reacionário burguês.” Sob o disfarce de “consulta pública”, pretende até junho “aprovar” uma radical mudança nos currículos dos ensinos fundamental e médio — antigos primeiro e segundo graus. Nem a União Soviética teve coragem de fazer uma mudança tão drástica como a “Base Nacional Comum Curricular.”

ver mais