28 abril 2016

Os Ganhos de Produtividade da Matemática Avançada

Com o título "Mérito não é palavrão", Veja entrevista Marcelo Viana, matemático que comanda o Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), localizado na Mata Atlântica, no Rio de Janeiro. 

Em suas respostas, disse:

A ciência brasileira vem perdendo recursos financeiros nos últimos anos. Isso torna mais difícil atrair cérebros atuantes aqui. Esses jovens talentosos acabam indo pesquisar em outros países. 

O instrumento mais importante de reconhecimento ao mérito (através de critérios objetivos) dentro do sistema federal é a bolsa de produtividade concedida pelo CNPq. 

Em outros países  notadamente os Estados Unidos  os recursos privados são bem-vindos à pesquisa científica. No Brasil, há um abismo legal e ideológico separando o mundo universitário do empresarial. 

Uma boa universidade não deve apenas transmitir conhecimento, mas produzi-lo para estar na vanguarda. 

O ciclo virtuoso  bons alunos, depois bons professores  explica a ascensão da economia de países como Finlândia e Coreia do Sul. 

Uma boa base educacional científica na matemática aumenta o PIB em 10%. Com a matemática avançada, a produtividade se eleva nos campos da computação e da engenharia, que expande a economia, criando empregos acima da média. 

Há o caso de uma professora que não ensinava geometria na sala de aula porque desconhecia a matéria. 

Em nossas escolas, mérito é ainda palavrão. A lógica vigente é que todos devem ser tratados de modo igual  uma falácia, considerando-se que as pessoas são diferentes. 

Na prática, talentos ficam à deriva, esperando por estímulos que não vêm.

FonteRevista Veja de 27/04/2016 




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27 abril 2016

Romero Jucá no Roda Viva de 25/04/2016




O senador Romero Jucá foi líder dos governos Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma Rousseff.

O senador rechaçou a tese da convocação de eleições presidenciais para outubro deste ano. “A esta altura do campeonato é uma artimanha, é tirar da Dilma a responsabilidade pelas pedaladas fiscais”, argumentou. “A Constituição diz que, com a saída da presidente, assume o vice. Defender algo diferente, isso sim é golpe, uma tentativa de anular a regra”.

O senador rebateu também as ameaças petistas de inviabilizar um possível governo Temer: “O PT não assinou a constituição de 1988, assinou dezenas de pedidos de impeachment contra todos os presidentes, não participou do governo de Itamar Franco, não apoiou o Plano Real e não assinou a Lei de Responsabilidade Fiscal”, lembrou. “Caso cumpra essas ameaças, o PT estará involuindo. Estará voltando a ser um partido raivoso. O PT tem que reconhecer que perdeu e voltar para o jogo”.

Os entrevistadores: Natuza Nery (Folha), Maria Cristina Fernandes (Valor), Murilo Ramos (Época), Silvio Navarro (VEJA) e José Alberto Bombig (Estadão). 

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26 abril 2016

Eu Deixei de Ser PT



Texto de Marcio Augusto Costa, na voz de Silvio Matos.
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Magno Malta na Comissão de Impeachment no Senado


O senador Magno Malta, ex-petista, descasca o verbo no Senado.
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21 abril 2016

É Preciso Começar Já

72% a 27%. Impressionante a precisão! Seja qual tenha sido a sua impressão com aquelas longas horas diante do espelho, domingo, uma coisa é indiscutível: a Câmara representa, sim, a realidade nacional. A nação, através dela, falou e disse e só não a ouviu quem optou por fazer-se de surdo. Se o governo tivesse conseguido subornar a sua minoria qualificada de 172 votos, como Lula anunciou oficialmente que estava tentando fazer, teria “acatado a decisão soberana da Câmara dos Deputados” e enfiado Dilma Rousseff goela abaixo dos 2/3 do Brasil que não suportam nem ouvir o nome dela para encerrar de uma vez para sempre a questão do impeachment. Como não conseguiu, “é golpe”. Será “golpe” sempre, a menos que vença o único golpe que os “surdos” querem ouvir.
É alto o preço que se tem de pagar para não destruir instituições. Essa gente não merece a paciência com que o Brasil a tem tratado. Numa coisa, entretanto, tem razão. Não foi “uma vingança”, foram 367 vinganças, fora a de Hélio Bicudo assinando a denúncia de crime de responsabilidade de Dilma Rousseff por todos os outros petistas honestos que foram tombando ao longo do caminho, contra esse PT que sobrou e vive sozinho no Olimpo atirando seus raios sobre a multidão dos idiotas. José Eduardo Cardozo é a mais recente encarnação desse delírio. Como esmurra fatos à vontade sem que ninguém lhe atire perguntas que o tragam de volta à Terra, insiste naquela Dilma sem pecados “nem apego a cargos” com que as(os) passionárias(os) jurássicas(os) do golpe sem aspas “anulam”, a cada frase, junto com a mais patológica das arrogâncias, 72% do eleitorado pesquisado, 72% do Congresso Nacional, o rito estabelecido pelo STF, a Lei de Responsabilidade Fiscal, a Constituição da República, a falência da Petrobras e das outras “brases”, a aliança medida com os empreiteiros ladrões e seus doleiros, a verdade da matemática e mais todo o resto da realidade sobre a qual o sol arrebenta de brilhar.
Num sistema em que segue sendo necessário eleger-se, político trata daquilo que sabe que lhe renderá manchetes. Vide José Eduardo Cardozo e a recorrência do seu novo figurino de advogado de seriado de TV. É por isso que, nas democracias saudáveis, é a imprensa amplificando as queixas e os pleitos difusos do eleitorado quem pauta o discurso dos políticos. O fato de a imprensa brasileira pós-regime militar se ter acostumado a deixar-se pautar por eles, mesmo depois – muito depois! – que os políticos deixaram de ser a expressão da resistência de um eleitorado impedido de eleger para se transformar na de uma casta que se outorga privilégios e cassou aos eleitores o direito de deselegê-la, é um elemento essencial da presente desgraça. Acentua essa distorção o isolamento geográfico e social da Brasília que vive do e para o Estado onde não entram as crises que grassam aqui fora, cujo sintoma mais alarmante é a alienação da realidade nacional sintetizada no grito do “Não nos representa!” que pôs em marcha o processo ora em curso.
A produtividade do trabalho no Brasil parou de crescer faz anos; o sistema educacional foi aparelhado e destruído e há pelo menos três o país anda para trás. Vínhamos numa trajetória de arrumação do Estado, valorização da regra e políticas sociais focadas nos mais pobres, mas tudo isso se inverteu. Apenas com juros subsidiados pelo Tesouro Nacional para os amigos do BNDES o governo torrou R$ 323 bilhões, equivalentes a 13 anos do Bolsa Família; as contas nacionais passaram a ser falsificadas e a mentira transformou-se em “razão de Estado”. Tudo o que conquistamos nos anos 90 já está perdido, mas a crise mal começou. Os problemas acumulados são gigantescos, a marcha à ré será dramática, partindo de um patamar já muito baixo, e não será uma simples troca de governo que resolverá tudo isso, mesmo que se supusesse toda a disposição para atacar os problemas do “Brasil real”, a que esse PT que só chora por si jura hoje, como jurou sempre, ódio eterno.
Com o quesito “luta pelo poder” suficientemente encaminhado, e a próxima tentativa rondando perigosamente as margens do mesmo pântano da“governabilidade” por linhas podres que acaba de tragar a obra de toda uma geração de brasileiros, a imprensa poderia dar uma contribuição muito maior ao país se passasse a trabalhar mais para informar Brasília sobre o que se passa no Brasil do que o contrário. Obrigar os políticos a tomar conhecimento da profundidade da crise do país real; cotejar seus números com as amenidades e os números da vida na Ilha da Fantasia onde os salários nunca se extinguem, os aumentos se dão por decurso de prazo, há “auxílios” para tudo e para todos isentos de Imposto de Renda, as aposentadorias partem multiplicadas por 33 é obrigar o país a encarar esses fatos, primeiro, medi-los, em seguida, e fazer escolhas reais e conscientes, finalmente, sem as quais jamais sairemos do brejo. O ponto a que chegamos e o encolhimento do espaço para gorduras mórbidas num mundo implacável com a ineficiência impõe providências que respeitem a matemática e, para chegar a elas, é preciso, primeiro, deixar que a luz do sol incida sobre a camada mais grossa da mentira que cerca a realidade do Brasil do Terceiro Milênio que segue embrulhado num discurso de falsificação da realidade que já era velho no último século do Segundo.
Um governo para o Brasil real só poderá estruturar-se em torno de uma proposta para os problemas reais do Brasil.
Previdência, inchaço do funcionalismo politicamente apadrinhado, subsídios, estrutura tributária, a armadilha trabalhista, as vinculações das contas nacionais, as regras que fazem o ambiente de negócios e, sobretudo, a velocidade com que tudo isso evoluiu para pior nos últimos anos são, ao mesmo tempo, os ingredientes da bomba que produz um déficit recorrente de R$ 150 bilhões e crescendo R$ 30 bilhões por ano sobre a qual estamos sentados, e os indicadores dos caminhos reais para desarmá-la.
Fernão Lara Mesquita / Publicado no Estadão



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19 abril 2016

Gilmar Mendes no Roda Viva em 18/04/2016



O entrevistado do Roda Viva desta segunda-feira foi Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, que também exercerá a partir de 12 de maio a presidência do Tribunal Superior Eleitoral. Na Suprema Corte desde 2002, uma de suas decisões mais recentes foi suspender a nomeação de Lula para a chefia da Casa Civil do governo federal.
“O presidente Lula não está sendo impedido de tomar posse por ser investigado”, observou Gilmar Mendes no primeiro bloco do programa, invocando o teor de uma das conversas interceptadas pela Polícia Federal e divulgadas pelo juiz Sergio Moro.  “A alegação é que se nomeou Lula ministro para ele fugir ao foro de Curitiba. Na gravação claramente se diz que se estava entregando um ato para que ele usasse como um habeas corpus de caráter preventivo”.
Ao comparar o escândalo do Mensalão ao caso do Petrolão, o entrevistado fez um mea culpa: “Eu sempre me pergunto: onde é que falhamos? Por que não foi um incidente que ocorreu num departamento do Ministério dos Transportes ou do de Minas e Energia. Isto é um método de governo”. Considerado na época o maior esquema corrupto da história do Brasil, o ministro registrou que as cifras movimentadas pelo Mensalão hoje parecem “dinheiro de criança”.
Para Gilmar Mendes, os “sinais de disfuncionalidade” exibidos há muito tempo pelo governo de Dilma Rousseff podem prenunciar um colapso de todo o sistema. “Tivemos ministros que ocuparam o cargo por menos de 24 horas”, lembrou. “A soma de tudo isso não permite deslanchar as atividades do governo”. (Extraído do Blog de Augusto Nunes)

Bancada:
• Sonia Racy - colunista do jornal o Estado de S.Paulo
• Ricardo Setti - jornalista e escritor
• Pedro Dias Leite - editor sênior de política da revista Veja
• Bela Megale - repórter de política do jornal Folha de S.Paulo
• André Guilherme Vieira - repórter do jornal Valor Econômico
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16 abril 2016

Fábio Garcia (PSB) Fala sobre Votação do Impeachment



Dep. Fábio Garcia (PSB) fala sobre os crimes de responsabilidade e defende o impeachment de Dilma

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Montagem de Vídeo sobre a Votação do Impeachment




Edição especial de Felipe Moura Brasil com trechos dos discursos do coautor do pedido impeachment Miguel Reale Jr. e dos deputados Carlos Sampaio (PSDB-SP), Alceu Moreira (PMDB-RS), Bruno Araújo (PSDB-PE) e Jutahy Júnior (PSDB-BA) na sexta-feira, 15 de abril de 2016.

Parodiando Chico Buarque







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15 abril 2016

Carlos Sampaio Discursa a Favor do Impeachment



Carlos Sampaio faz duras críticas ao modo de governar do PT.
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13 abril 2016

Frases: Processo de Impeachment

Frases a favor pela abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. 

Lúcio Vieira de Lima (PMDB-BA):

“Crime de responsabilidade sem impeachment é golpe”;

“Não nos envergonha o áudio do Michel [Temer]. Ao contrário, nos orgulha. Já o áudio de Dilma e de Lula o governo tenta esconder”;

“Michel modernizou: mandou um whats aos brasileiros”.

Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP):

“Disse a presidente na campanha que faria o diabo para ganhar a eleição. Ela deve estar abraçada com o diabo mesmo. Mas nós estamos com Deus em busca de um caminho para a nação.”

Antonio Imbassahy (PSDB-BA):

“PT que hoje prega leis em defesa do mandato de Dilma é o mesmo que votou contra texto da Constituição em 1988″.

“PT que hoje diz que impeachment é golpe é o mesmo que apoiou 50 pedidos contra Itamar, FHC e Collor.”

Imbassahy mostra um pedido de impeachment assinado pelo PT contra Itamar com apenas uma página, sem o menor fundamento.

Fernando Coelho Filho (PSB-PE):

“Não é por sermos um partido de esquerda que temos a obrigação de compactuarmos com tudo que acontece só porque estamos no mesmo campo político”.

Pauderney Avelino (DEM-AM):

“Governo abandonou câmbio flutuante, metas fiscais e superávit primário. Esse tripé significava a responsabilidade fiscal.”

“Sem o impeachment, o Brasil irá sangrar ainda mais, sem condições de encontrar um caminho e uma luz no fim do túnel. Vamos, então, por amor ao Brasil, dizer sim ao impeachment.”

Fernando Francischini (SD-PR):

Enumera a imensa quantidade de “golpistas” do Brasil segundo o PT: Polícia Federal, MPF, Sergio Moro, TCU, imprensa, Parlamento, 82% dos brasileiros que desaprovam o governo… “Golpistas” ricos e pobres que, em maioria, nunca se conheceram para articular nada.

Denuncia, ainda, que o governo do PT financia ditaduras amigas do Foro de São Paulo. Isto, sim, é golpe. Um golpe internacional.

Rubens Bueno (PPS-PR):

“Quando [petistas] falam que fraude fiscal não é crime, estão mentindo cinicamente”.

“Ela não foi eleita para obstruir a Justiça, não foi eleita para enganar o povo brasileiro com o maior estelionato eleitoral da história”.

“Quando eu vi aqui o ministro falar da sua luta pela democracia contra a ditadura… Ele acha que nós lutamos tanto pela democracia para quando [novos governantes] chegassem ao poder pudessem falar lá o que quisessem.”

Evair de Melo (PV-ES):

“O voto pelo impeachment é unanimidade na bancada verde.” 





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12 abril 2016

Roberto Jefferson no Roda Viva de 11/04/2016


Em junho de 2005, o deputado federal Roberto Jefferson denunciou o Mensalão. Na ocasião, achava que o Lula não tinha nada a ver com a falcatrua e depositava todos os males a José Dirceu, chefe da Casa Civil. Hoje, não tem dúvida que o chefe era e é realmente Lula, principalmente pelas divulgações acerca do triplex e do sítio em Atibaia. “Foi ele quem institucionalizou a corrupção”. 
Condenado a sete anos de prisão, ganhou recentemente o perdão do Supremo Tribunal Federal pelo decreto de indulto assinado em dezembro pela presidente Dilma Rousseff. Vencido o câncer, prefere reassumir a presidência nacional do PTB e participar ativamente do processo de reconstrução do país que se seguirá ao impeachment de Dilma.
Respondendo às perguntas de Eliane Cantanhêde (colunista do Estadão), João Gabriel de Lima (diretor de redação da revista Época), Gaudêncio Torquato (consultor político e professor de Comunicação Política da USP) e Flávio Freire (coordenador de política da sucursal do Globo em São Paulo), disse que Lula escapou da prisão por causa da intervenção do ministro Teori Zavascki.
Para ele, “Eduardo foi o adversário mais à altura do Lula, que nunca esperou encontrar um bandido da mesma qualidade moral e intelectual que ele”. Para enfrentar o PT, tem-se que recorrer aos mesmos métodos de um partido que joga sujo o tempo todo. Encerrada essa turbulência, o presidente da Câmara será imediatamente punido pelo STF. “Ele e muitos outros”, acrescentou.

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Comissão de Impeachment: Alguns Discursos














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10 abril 2016

Polícia Federal: Página Oficial sobre a Operação Lava Jato

No dia 17 de março de 2014, a Polícia Federal deflagrou a operação que viria a ser conhecida como Lava Jato, unificando quatro investigações que apuravam a prática de crimes financeiros e desvio de recursos públicos.

As operações receberam os nomes de Dolce Vita, Bidone, Casablanca e Lava Jato. Enquanto as três primeiras correspondem a títulos de filmes clássicos, escolhidos de acordo com o perfil individual de cada doleiro, o nome Lava Jato faz referência a uma rede de lavanderias e um posto de combustíveis de Brasília que era utilizado por uma das organizações criminosas investigadas inicialmente para movimentar dinheiro ilícito.

Inicialmente, foi identificada a atuação dos principais personagens do mercado clandestino de câmbio no Brasil no esquema criminoso investigado. Esses doleiros eram responsáveis pela movimentação financeira e lavagem de dinheiro de inúmeras pessoas físicas e jurídicas, o que acabava por envolver uma grande diversidade de outros crimes, como tráfico internacional de drogas, corrupção de agentes públicos, sonegação fiscal, evasão de divisas, extração, contrabando de pedras preciosas, desvios de recursos públicos, dentre outros.

Num primeiro momento, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF/MF) registrou que o grupo realizou operações financeiras atípicas que superavam R$ 10 bilhões. O avanço das investigações permitiu descobrir que os doleiros facilitavam também o repasse de propinas ajustadas em desfavor da Administração Pública Federal e decorrentes de contratos públicos celebrados mediante fraude em processos licitatórios.

Para mais informações, acesse:






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05 abril 2016

Juristas no Largo São Francisco (04/04/2016)

Juristas se reúnem (04/04/2016) no Largo São Francisco para pedir o impeachment da Dilma Rousseff







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Deputado Detona o Balcão de Negócios



O deputado Marcelo Aro (PHS-MG), da comissão do impeachment, fala sobre o balcão de negócios que se instalou nos arredores do Congresso depois que o PMDB se desligou do governo Dilma. 
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04 abril 2016

Presidência e Responsabilidade

"Pessoa certa no lugar certo."

Não importa como se é levado a um cargo; uma vez assumido, urge responder pelo encargo. É o que está acontecendo no Brasil. Lula, pelo prestígio e força de persuasão, além da ajuda do marqueteiro João Santana (preso), conseguiu emplacar Dilma duas vezes na Presidência da República. É uma façanha, não resta dúvida.

Parece-nos que eles não levaram em conta que a presidente, uma vez eleita, não se torna presidente de um grupo específico de pessoas (MST, CUT, UNE etc.), mas de todos os brasileiros. Por isso, a grande desaprovação da população brasileira. No âmbito de sua administração propriamente dita, há reclamações de seus subordinados quanto ao modo rude de os tratar. Enquanto isso, o Brasil está definhando política e economicamente.

Dada a incompetência administrativa, tais como, as pedaladas fiscais e a tentativa de obstrução da justiça, há um clamor da maioria da população pela abertura do processo de impeachment. Muitas pessoas temem que essa abertura pode provocar luta entre os prós e os contra, ocasionando um alvoroço social e, inclusive, a morte de algumas pessoas.

Valendo-nos das instruções espirituais, que designam o Brasil como o coração do mundo e a pátria do Evangelho, essas mortes não irão acontecer porque os bons Espíritos estão observando todos esses acontecimentos. No momento oportuno, saberão influenciar a mente das pessoas para que o melhor se realize e que possamos nos tornar um país de progresso, tanto material quanto espiritual, e sejamos um exemplo para todo o resto do mundo.

O Brasil precisa voltar à discussão das ideias, da boa argumentação, que é a característica principal de um Congresso Nacional. A compra de parlamentares, ao longo de todo esse tempo, acabou minando esse bem tão precioso da democracia. 
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03 abril 2016

Personalidade Ponerogênica no Poder

O psiquiatra polonês Andrew Lobaczewski elaborou um estudo sobre as personalidades ponerogênicas no poder. Este termo "ponerogênico" vem de ponerologia (poneros, em grego mau), ou seja, a ciência que trata dos mecanismos da gênese do mal.

Andrew descobriu que "todos os membros do Politburo dos governos da Polônia, Alemanha Oriental e União Soviética eram clinicamente psicopatas, isto é, indivíduos que não têm consciência das consequências morais e emocionais dos seus atos, e detém uma habilidade sublime de manipular mentes e usar pessoas como meras peças de xadrez sem culpa ou amargura de realizar tais atos. Tal característica era comum entre os governantes estudados em diferentes nações fazendo com que Andrew e seus colegas desenvolvessem essa ciência que trata do estudo do mal sob as personalidades com tendência ao poder ou que o exercem".

Presentemente, este é o clima de nossa política.

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Caso Celso Daniel: Montagem de Vídeos



Felipe Moura Brasil, colunista da Veja, faz uma montagem de vários episódios sobre a morte de Celso Daniel, prefeito de Santo André.
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Saiba o que é a Gripe, por Dr. Mauro Gomes



Dr. Mauro Gomes explica, neste vídeo, o que é a gripe e as maneiras de evitá-la ou de tratá-la.
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