27 novembro 2016

Consultor Esclarece a PEC do Teto

Consultor, em vídeo de 10 minutos, dá aula de economia.

O consultor, Marcos Mendes, Chefe da Assessoria Especial do ministro Meireles, deixou claro as projeções futuras para a PEC55. Ele também desmistificou boa parte das mentiras espalhadas pela oposição.


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15 novembro 2016

Michel Temer no Roda Viva de 14/11/2016

O presidente da República, Michel Temer, foi o entrevistado do Roda Viva de 14/11. Entre os assuntos abordados estão as medidas do governo federal para a retomada do crescimento econômico, combate ao desemprego, corte de gastos, reformas política e da previdência, e mudanças propostas para o ensino médio.

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TV Veja Relembra 30 anos do Roda Viva

Os jornalistas Rodolpho Gamberini e Augusto Nunes, o primeiro e o atual apresentador do Roda Viva, respectivamente, relembram as mais célebres edições e os bastidores do programa que completa 30 anos no ar.









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14 novembro 2016

Conservadorismo

O conservador caracteriza-se pela defesa de um mínimo ético de valores morais estáveis; o liberal, pela maleabilidade da moral. O conservadorismo é o conjunto de correntes doutrinárias e de movimentos políticos que se baseiam no caráter orgânico e natural da sociedade política. Não existe conservadorismo, mas conservadorismos. O conservadorismo não é um grande Estado, socialismo, impostos altos e casamento homossexual. O pensamento conservador autodefine-se como "realista", pois se baseia na experiência, no que é, contrapondo-se ao idealismo utópico.

Benjamin Wiker, em seu 10 Livros que Todo Conservador Deve Ler: Mais Quatro Imperdíveis e um Impostor, diz que o pai do conservadorismo é Aristóteles, por que, ao contrário dos sofistas, defende que a vida política e moral são naturais. Eis alguns desses livros: Aristóteles (A Política), Gilbert Keith Chesterton (Ortodoxia), C. S. Lewis (A Abolição do Homem), Edmund Burke (Reflexões sobre a Revolução na França), Alexis de Tocqueville (Democracia na América), Friedrich Hayek (O Caminho da Servidão).

Extraiamos algumas frases ou pensamentos desses escritores. Aristóteles, por exemplo, ficaria surpreso com a tendência marxista para desintegrar a família natural. Como Aristóteles, Burke acreditava que a sociedade é natural para o ser humano; ela não é um tipo de contrato social artificial, defendida por Rousseau e acatada pelos radicais da Revolução Francesa. Hayek molda o seu processo para a liberdade econômica em termos de responsabilidade moral individual.

Todos somos conservadores, principalmente com relação à família, à amizade, ao emprego etc. Oakeshott diz: "Ser conservador, então, é preferir o familiar ao desconhecido, o testado ao nunca testado, o fato ao mistério, o atual ao possível, o limitado ao ilimitado, o próximo ao distante, o suficiente ao abundante, o conveniente ao perfeito, o riso presente à felicidade utópica".

Muitas pessoas comparam o conservador ao fascista, ao revolucionário e ao reacionário. Os termos "conservador" e "fascista" são incompatíveis entre si, porque ante os olhos dos conservadores tanto o fascismo como o comunismo adquirem contornos utópicos. O conservador tem o pé fincado no presente, no aqui e agora, e não na construção de paraísos futuros pela destruição do presente. O mesmo vale para o revolucionário (utopia futura) quanto ao reacionário (utopia passada).  



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Marco Feliciano Comenta a Vitória de Trump

O pastor Marco Feliciano, deputado federal (PSC-SP), comenta a vitória de Donald Trump. Segundo o seu ponto de vista, foi uma vitória contra a imprensa esquerdista, que o fustigou durante toda a sua campanha eleitoral.



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09 novembro 2016

João Dória, Prefeito Eleito de São Paulo, no Roda Viva de 07/11/2016

O prefeito eleito da cidade de São Paulo, João Doria (PSDB), esteve no centro do Roda Viva. Doria falou sobre política e seus planos para administrar a maior cidade do país, entre outros assuntos. Com 3.085.187 votos, sendo 53% dos votos válidos, João Doria foi o primeiro candidato a vencer uma eleição no primeiro turno em São Paulo desde 1992. O novo prefeito tomará posse no dia 1º de janeiro de 2017.

Sonia Racy - colunista do jornal O Estado de S.Paulo e jornalista da rádio Estadão
Guilherme Evelin - editor-executivo da revista Época
Daniela Lima - repórter de política do jornal Folha de S.Paulo
Silvia Amorim - repórter de política do jornal O Globo 
Thiago Uberreich - repórter da rádio Jovem Pan

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Queda da Bastilha


Bastilha. Forte de tamanho reduzido. Por extensão, fortaleza de qualquer dimensão e, mais especificamente, prisão. Na Monarquia Francesa, antiga prisão onde eram confinados os presos políticos, inimigos do Regime Absolutista. A queda da Bastilha, que ocorreu no início da Revolução Francesa de 1789, é um marco histórico na luta contra o poder absolutista que vigorava na Europa daquela época.

A invasão da fortaleza pelo povo de Paris deu-se em 14 de julho de 1789, que é a data para marcar as comemorações da Revolução Francesa. A invasão tinha por objetivo: a) resgatar as armas que havia no seu interior; b) ocupar um dos expoentes máximos do absolutismo; c) mostrar que a força estava com a população e não apenas com o grupo de deputados que pretendia modificar o regime através de leis.

Quais são os antecedentes históricos? Após a queda do Império Romano no Ocidente, em 476, ocorre uma descentralização do poder e uma volta à economia de subsistência, que se estendeu até o seculo XII. Depois, surgiu o Absolutismo, que foi uma vigorosa centralização do poder sob a proteção do direito divino. 

O fundamento básico da queda da Bastilha é a Revolução Francesa. As causas da Revolução Francesa podem ser divididas em: sociais, intelectuais, econômicas e financeiras. A História nos mostra que o reinado dos Bourbons era mal administrado, a moeda perdia o valor, os aumentos de salário da classe pobre não acompanhavam o aumento do custo de vida. Dentre as causas, as intelectuais tiveram um peso enorme, pois lá havia os enciclopedistas que incitavam no seio do povo francês os princípios de liberdade.

O professor Milton Meira do Nascimento, em seu livro Opinião Pública e Revolução, descreve a influência do grupo de intelectuais, composto por Bonneville, Fauchet e Mercier, denominado Círculo Social, que se apropriou das ideias de Rousseau, principalmente aquelas contidas em seu Contrato Social. Seria como que colocar em prática a teoria ali exposta. Acham que a alguns "homens esclarecidos" são dados a possibilidade de descobrir a verdade e o dever de revelá-la à população menos esclarecida.

O Contrato Social, de Rousseau, retrata o Estado ideal alicerçado na vontade geral, onde cada um, através de um pacto social, cede, de si, para a felicidade da nação.




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