12 novembro 2018

Escola Sem Partido

O Movimento Escola Sem Partido tem por objetivo impedir a doutrinação dos alunos em suas escolas. O item II da proposta: O Professor não favorecerá, não prejudicará e não constrangerá os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas, ou da falta delas. É uma crítica à teoria de Paulo Freire que pregava a lavagem cerebral e a ideologização de seus alunos.

Segundo o historiador Giuliano, Paulo Freire tinha grande simpatia por Lênin, Mao Tsé-Tung, Fidel Castro e Che Guevara. O importante é defender um pluralismo e não doutrinação. O item I da proposta: O Professor não se aproveitará da audiência cativa dos alunos, para promover os seus próprios interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias.

No item III, temos: A educação nacional atenderá aos seguintes princípios: 1) neutralidade política, ideológica e religiosa do Estado; 2) pluralismo de ideias no ambiente acadêmico; 3) liberdade de aprender e de ensinar;  4) liberdade de consciência e de crença; 5) reconhecimento da vulnerabilidade do educando como parte mais fraca na relação de aprendizado; 6) educação e informação do estudante quanto aos direitos compreendidos em sua liberdade de consciência e de crença; 7) direito dos pais a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com as suas próprias convicções.

No item IV: “ao tratar de questões políticas, socioculturais e econômicas, apresentará aos alunos, de forma justa, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito

Acesse a página do Instituto Liberal e leia o texto integral em: https://www.institutoliberal.org.br/blog/o-pluralismo-do-projeto-escola-sem-partido/


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