29 junho 2011

Consumo Consciente

Num plano mais teórico, temos que diferenciar o consumo do puro consumismo, que é a ação desenfreada de comprar. No consumo, há apropriação e usos do produto. Para Marx, por exemplo, produção e consumo são a mesma coisa: é a partir do consumo que ocorre a nova produção. Lembremo-nos, também, de que as necessidades não são meramente fisiológicas, mas formadas no seio da sociedade. Em outras palavras, o consumidor não é um homem isolado.

Para mais informações sobre os hábitos de consumo conscientes, ouça a entrevista com Christian Travassos, economista da Fecomercio do Rio de Janeiro, em que discorre sobre a pesquisa mensal, que é feita há cinco anos, com mil pessoas acima de 16 anos, distribuídas pelas 5 regiões do Brasil. Segundo este economista, os hábitos de consumo conscientes têm diminuído. Saiba as razões.

http://cbn.globoradio.globo.com/programas/revista-cbn/2011/06/19/PESQUISA-APONTA-DIMINUICAO-DOS-HABITOS-DE-CONSUMO-CONSCIENTES-NOS-BRASILEIROS.htm
ver mais

22 junho 2011

A Ética de Alguns Frequentadores das Bibliotecas Públicas

Folheando o Dicionário de Filosofia da Cambridge, deparamo-nos com uma folha cortada com uma régua. A parte que ficou, do que foi cortado, tinha o título “Construtivismo Ético”. Pergunta-se: qual é a ética do prezado leitor?

Há pessoas que escondem livros debaixo de suas roupas. Outros tiram a senha do livro para que o sensor da portaria não apite.

Educar o indivíduo para a cidadania. Eis o trabalho hercúleo do Brasil. Como nos tornarmos um país de primeiro mundo se não respeitamos o patrimônio público?

ver mais

Marcha da Maconha

O governo liberou a “marcha da maconha”, desde que não se faça apologia à droga, ao vício. Um ouvinte de rádio, participando do debate sobre drogas, disse: Por que não fazemos também a marcha dos “sequelados”? Será que os que fazem a marcha para a liberação da maconha têm tempo de cuidar, como voluntários, das vítimas da droga, ou seja, daqueles que levam tiros e são obrigados a viver numa cadeira de roda, sob os cuidados da família, muitas vezes sem recursos financeiros?
ver mais

16 junho 2011

Curso de Educação Ambiental (Módulo I)


Educação ambiental é um ramo da educação cujo objetivo é a disseminação do conhecimento sobre o ambiente, com a intenção de ajudar em sua preservação e utilização sustentável dos seus recursos.

A educação ambiental tenta despertar em todos a consciência de que o ser humano é parte do meio ambiente. Ela tenta superar a visão antropocêntrica, que fez com que o homem se sentisse sempre o centro de tudo, esquecendo a importância da natureza, da qual é parte integrante.

São características da Educação Ambiental: Dinâmico e integrativo, transformador, participativo, abrangente, globalizador e permanente.
Os princípios da educação ambiental, o uso de recursos renováveis, a economia que se pode fazer com a água e a mudança de alguns hábitos que economizam energia são outros tópicos relevantes neste curso de educação ambiental.
Aprendemos, também, que:

Sustentabilidade concilia as necessidades econômicas, sociais e ambientais de modo a garantir seu atendimento por tempo indeterminado e a promover a inclusão social, o bem-estar econômico e a preservação dos recursos naturais”.

O Desenvolvimento Sustentável é aquele que “atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades” (World Commission on Environment and Development, 1987).



ver mais

13 junho 2011

Déficit Tecnológico Brasileiro

Em entrevista à Radio CBN, Roberto Nicolsky, diretor geral da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (Protec), destaca os problemas da valorização irreal da moeda brasileira.

Diz-nos que a produção brasileira está menos competitiva, devido ao baixo valor do dólar. Por mais inovação, por mais que se agregue valor aos produtos brasileiros, esses produtos não conseguem competir com os produtos chineses, por exemplo, que tem a sua moeda desvalorizada em relação ao dólar.

Destaca, também, o descompasso entre o crescimento do mercado interno (em torno de 10%) contra o crescimento do PIB (5%). Para supri-lo, valemo-nos de produtos importados e da poupança externa. A poupança externa, porém, não vem para ficar, mas para especular, pois pagamos uma taxa de juros real em torno de 6%, enquanto nos outros países está em 2%.

Acrescenta: em termos da Balança Comercial, os dólares entram em função das exportações de produtos primários, como minério de ferro e soja. Não exportamos produtos que agregam valor. No longo prazo, isto se torna insustentável, principalmente se houver uma diminuição dessa demanda externa por produtos primários brasileiros.

Mais informações em:

ver mais