22 dezembro 2015

Ronnie Von e a Insegurança no Brasil


Após sofrer assalto, disse que roubaram tudo, mas deixaram uma única coisa: sua vida.
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08 dezembro 2015

Notícias sobre Desconfiança: Carta de Temer para Dilma

São Paulo, 07 de Dezembro de 2015
Senhora Presidente,
"Verba volant, scripta manent".
Por isso lhe escrevo. Muito a propósito do intenso noticiário destes últimos dias e de tudo que me chega aos ouvidos das conversas no Palácio.
Esta é uma carta pessoal. É um desabafo que já deveria ter feito há muito tempo.
Desde logo lhe digo que não é preciso alardear publicamente a necessidade da minha lealdade. Tenho-a revelado ao longo destes cinco anos.
Lealdade institucional pautada pelo art. 79 da Constituição Federal. Sei quais são as funções do Vice. À minha natural discrição conectei aquela derivada daquele dispositivo constitucional.
Entretanto, sempre tive ciência da absoluta desconfiança da senhora e do seu entorno em relação a mim e ao PMDB. Desconfiança incompatível com o que fizemos para manter o apoio pessoal e partidário ao seu governo.
Basta ressaltar que na última convenção apenas 59,9% votaram pela aliança. E só o fizeram, ouso registrar, por que era eu o candidato à reeleição à Vice.
Tenho mantido a unidade do PMDB apoiando seu governo usando o prestígio político que tenho advindo da credibilidade e do respeito que granjeei no partido. Isso tudo não gerou confiança em mim, Gera desconfiança e menosprezo do governo.
Vamos aos fatos. Exemplifico alguns deles.
1. Passei os quatro primeiros anos de governo como vice decorativo. A Senhora sabe disso. Perdi todo protagonismo político que tivera no passado e que poderia ter sido usado pelo governo. Só era chamado para resolver as votações do PMDB e as crises políticas.
2. Jamais eu ou o PMDB fomos chamados para discutir formulações econômicas ou políticas do país; éramos meros acessórios, secundários, subsidiários.
3. A senhora, no segundo mandato, à última hora, não renovou o Ministério da Aviação Civil onde o Moreira Franco fez belíssimo trabalho elogiado durante a Copa do Mundo. Sabia que ele era uma indicação minha. Quis, portanto, desvalorizar-me. Cheguei a registrar este fato no dia seguinte, ao telefone.
4. No episódio Eliseu Padilha, mais recente, ele deixou o Ministério em razão de muitas "desfeitas", culminando com o que o governo fez a ele, Ministro, retirando sem nenhum aviso prévio, nome com perfil técnico que ele, Ministro da área, indicara para a ANAC. Alardeou-se a) que fora retaliação a mim; b) que ele saiu porque faz parte de uma suposta "conspiração".
5. Quando a senhora fez um apelo para que eu assumisse a coordenação política, no momento em que o governo estava muito desprestigiado, atendi e fizemos, eu e o Padilha, aprovar o ajuste fiscal. Tema difícil porque dizia respeito aos trabalhadores e aos empresários. Não titubeamos. Estava em jogo o país. Quando se aprovou o ajuste, nada mais do que fazíamos tinha sequência no governo. Os acordos assumidos no Parlamento não foram cumpridos. Realizamos mais de 60 reuniões de lideres e bancadas ao longo do tempo solicitando apoio com a nossa credibilidade. Fomos obrigados a deixar aquela coordenação.
6. De qualquer forma, sou Presidente do PMDB e a senhora resolveu ignorar-me chamando o líder Picciani e seu pai para fazer um acordo sem nenhuma comunicação ao seu Vice e Presidente do Partido. Os dois ministros, sabe a senhora, foram nomeados por ele. E a senhora não teve a menor preocupação em eliminar do governo o Deputado Edinho Araújo, deputado de São Paulo e a mim ligado.
7. Democrata que sou, converso, sim, senhora Presidente, com a oposição. Sempre o fiz, pelos 24 anos que passei no Parlamento. Aliás, a primeira medida provisória do ajuste foi aprovada graças aos 8 (oito) votos do DEM, 6 (seis) do PSB e 3 do PV, recordando que foi aprovado por apenas 22 votos. Sou criticado por isso, numa visão equivocada do nosso sistema. E não foi sem razão que em duas oportunidades ressaltei que deveríamos reunificar o país. O Palácio resolveu difundir e criticar.
8. Recordo, ainda, que a senhora, na posse, manteve reunião de duas horas com o Vice Presidente Joe Biden - com quem construí boa amizade - sem convidar-me o que gerou em seus assessores a pergunta: o que é que houve que numa reunião com o Vice Presidente dos Estados Unidos, o do Brasil não se faz presente? Antes, no episódio da "espionagem" americana, quando as conversar começaram a ser retomadas, a senhora mandava o Ministro da Justiça, para conversar com o Vice Presidente dos Estados Unidos. Tudo isso tem significado absoluta falta de confiança;
9. Mais recentemente, conversa nossa (das duas maiores autoridades do país) foi divulgada e de maneira inverídica sem nenhuma conexão com o teor da conversa.
10. Até o programa "Uma Ponte para o Futuro", aplaudido pela sociedade, cujas propostas poderiam ser utilizadas para recuperar a economia e resgatar a confiança foi tido como manobra desleal.
11. O PMDB tem ciência de que o governo busca promover a sua divisão, o que já tentou no passado, sem sucesso. A senhora sabe que, como Presidente do PMDB, devo manter cauteloso silêncio com o objetivo de procurar o que sempre fiz: a unidade partidária.
Passados estes momentos críticos, tenho certeza de que o País terá tranquilidade para crescer e consolidar as conquistas sociais.
Finalmente, sei que a senhora não tem confiança em mim e no PMDB, hoje, e não terá amanhã. Lamento, mas esta é a minha convicção.
Respeitosamente,
\ L TEMER
A Sua Excelência a Senhora
Doutora DILMA ROUSSEFF
DO. Presidente da República do Brasil
Palácio do Planalto
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06 dezembro 2015

Mara Gabrilli Questiona Bumlai na CPI do BNDES



Mara Gabrilli não fez perguntas, mas destacou o sofrimento de sua família em Santo André. Pede para Bumlai contar toda a verdade no Paraná.
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03 dezembro 2015

MST em Cascavel - Paraná



Este vídeo mostra as barbaridades que o MST está cometendo na cidade de Quedas do Iguaçu, PR.
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01 dezembro 2015

Jarbas Vasconcelos no Roda Viva de 30/11/2015



Jarbas Vasconcelos é deputado federal (PMDB) de Pernambuco. 

Já foi:
  • Deputado estadual
  • Deputado federal
  • Duas vezes prefeito do Recife
  • Duas vezes governador do estado
  • Senador
Dissidente do partido que ajudou a fundar, defende o impeachment de Dilma Rousseff e o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha.
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Aquecimento Global - Sabotagem?



Ricardo Augusto Felício, professor de climatologia da USP, diz que há sabotagem dos trabalhos científicos sobre o aquecimento global. Reclama, também, que a mídia não dá espaço para os que discordam do status quo sobre o clima. Para ele, o "CO2 não controla o clima da Terra. A gente está cansado de falar isso e tenta brigar muito para mostrar: olha, quem controla o clima é a energia solar, são os oceanos, os vulcões”.
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24 novembro 2015

Gustavo Franco no Roda Viva de 23/11/2015



O economista Gustavo Franco participou do Roda Viva de 23/11/2015. Para ele, o grande problema do Brasil não é a taxa de juros alta, mas a enorme dívida pública que se tem de administrar. 
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16 novembro 2015

Professor, Herói Nacional

O juiz Eliezer Siqueira de Sousa Junior, da 1ª Vara Cível e Criminal de Tobias Barreto, no interior do Sergipe, julgou improcedente um pedido de indenização que um aluno pleiteava contra o professor que tomou seu celular em sala de aula.
De acordo com os autos, o educador tomou o celular do aluno, pois este estava ouvindo música com os fones de ouvido durante a aula.
O estudante foi representado por sua mãe, que pleiteou reparação por danos morais diante do “sentimento de impotência, revolta, além de um enorme desgaste físico e emocional”.
Na negativa, o juiz afirmou que “o professor é o indivíduo vocacionado a tirar outro indivíduo das trevas da ignorância, da escuridão, para as luzes do conhecimento, dignificando-o como pessoa que pensa e existe“.
O magistrado se solidarizou com o professor e disse que “ensinar era um sacerdócio e uma recompensa. Hoje, parece um carma“.
Eliezer Siqueira ainda considerou que o aluno descumpriu uma norma do Conselho Municipal de Educação, que impede a utilização de celular durante o horário de aula, além de desobedecer, reiteradamente, o comando do professor.
Ainda considerou que não houve abalo moral, já que o estudante não utiliza o celular para trabalhar, estudar ou qualquer outra atividade edificante.
E declarou:
Julgar procedente esta demanda, é desferir uma bofetada na reserva moral e educacional deste país, privilegiando a alienação e a contra educação, as novelas, os realitys shows, a ostentação, o ‘bullying intelectivo’, o ócio improdutivo, enfim, toda a massa intelectivamente improdutiva que vem assolando os lares do país, fazendo as vezes de educadores, ensinando falsos valores e implodindo a educação brasileira“.
Por fim, o juiz ainda faz uma homenagem ao professor.
No país que virou as costas para a Educação e que faz apologia ao hedonismo inconsequente, através de tantos expedientes alienantes, reverencio o verdadeiro HEROI NACIONAL, que enfrenta todas as intempéries para exercer seu ‘múnus’ com altivez de caráter e senso sacerdotal: o Professor.
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11 novembro 2015

Rent Seeking

Leonardo J. F. Neiva, mestrando e professor de Direito, publicou um artigo no site do Instituto liberal sobre o rent seeking e a raiz da corrupção no Brasil. Queremos, aqui, registrar algumas informações sobre o significado deste termo:

Rent seeking significa "busca por privilégios especiais". De acordo com Tullock, rent seeking é o "uso de recursos reais com o fim de gerar renda econômica para as pessoas, sendo que as próprias rendas econômicas provém de alguma atividade que tem valor social negativo". Quer dizer, alguém investe recursos financeiros para conseguir para si uma transferência de renda, em prejuízo do restante da sociedade. Como se opera? Através da concessão de benefícios fiscais, monopólios privados, restrições de concorrência, pagamento de subsídios etc. 

O rent seeking é realizado por "grupos de interesse" e aparece disfarçado sobre argumentos vários: “defesa do interesse nacional”, “promoção do desenvolvimento econômico”, “promoção da igualdade” etc.

Exemplo: 1) um grupo de montadoras de automóveis que se junta para pagar propina no intuito de obter a expedição de uma medida provisória que lhes conceda benefício fiscal; 2) Empresas investem recursos para conseguir junto ao BNDES empréstimos a juros muito inferiores aos praticados no mercado.

O malefício do rent seeking é claro: perda da eficiência da economia, ou seja, menos produtividade e menos tecnologia.

Os danos indiretos: A maior parte das pessoas inteligentes e empreendedoras da sociedade é recrutada para uma atividade que não contribui para o produto social, ou que pode ter um produto social negativo.

Leia o texto completo em: 



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10 novembro 2015

João Amoedo, do Partido Novo, na TVeja


João Dionisio Amoedo, presidente e fundador do Partido Novo, recém-aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral, propõe privatizar grandes estatais como Petrobras e Banco do Brasil e aposta na valorização das liberdades individuais. 


Este partido foi criado em 2010 e demorou 5 anos para ser aprovado no Tribunal Superior Eleitoral. Nesta entrevista, defende a diminuição do Estado, deixando para este somente as principais áreas: saúde, segurança pública e educação. 


Acha que a prática de distribuição de recursos para os partidos (fundo partidário) é nefasta e que usará este recurso para fazer campanha contra o fundo. 

Assista aos vídeos

http://veja.abril.com.br/multimidia/video/o-que-tem-de-novo-o-partido-novo

http://veja.abril.com.br/multimidia/video/vamos-usar-o-fundo-partidario-para-fazer-campanha-contra-o-fundo-diz-presidente-do-partido-novo

Endereço do Partido Novo: http://novo.org.br/



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04 novembro 2015

Programas Sociais: Altruísmo Eficiente

William MacAskill, professor da Oxford e autor de um estudo que comprova que nem todos os programas sociais são eficientes, concedeu uma entrevista à Veja. Nela expõe suas dúvidas sobre o poder do marketing nas doações de recursos para a caridade. 

No ano passado, foi contrário ao "desafio do balde de gelo", em que mais de 17 milhões de pessoas convocavam conhecidos para que se autoinfligissem um banho de água fria ou doassem dinheiro a pesquisas sobre a esclerose lateral amiotrófica. Acha que o dinheiro seria muito mais bem aproveitado se fosse destinado ao combate da malária em países pobres. Esforça-se por difundir a ideia de que o ser humano não deveria agir por afeto, impulso ou boa vontade, mas com base em estudos científicos, o "altruísmo científico". 
Segundo William MacAskill, a erradicação da pobreza deveria ser a única para as doações monetárias. "Quando as pessoas agem movidas pela culpa, não se importam com o destino da doação. Para elas, isso equivale a entrar em um shopping center e comprar alguma coisa apenas para sentir melhor". 

Sobre a efetividade da ajuda, cita o fenômeno da "licença moral" descoberta pelos psicólogos, em que as pessoas compensam a boa ação por uma contrária. "Um experimento com pessoas que compraram produtos "verdes", que não agridem o meio ambiente, revelou que, após adquirirem esses itens, elas se mostravam mais propensas a mentir e até a furtar dinheiro. 

Há necessidade de não sermos movidos apenas pelo sentimento de culpa, mas que saibamos apreciar se o dinheiro doado a uma causa está realmente atendendo à causa e que ela seja a melhor possível, a mais bem gerida. 

William MacAskill é autor do livro "Doing Good Better".

Fonte: Revista Veja de 4 de novembro de 2015. 




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03 novembro 2015

Fernando Holiday, do MBL, Discursa na Câmara



Fernando Holiday pede um Brasil livre das garras do Estado.
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29 outubro 2015

20 outubro 2015

Discussão do Pedido de Impeachment - Hélio Bicudo, Adilson Dallari e Carla Zambelli - TVeja

Hélio Bicudo, Adilson Dallari e Carla Zambelli na TVeja.

Para Hélio Bicudo, Dilma tem que ser punida nem que a vaca tussa. 

Eles vão protocolar um novo pedido de impeachment de Dilma, ainda mais consistente. 

Assim que registraram o documento em cartório, os juristas Hélio Bicudo e Adilson Dallari, junto com Carla Zambelli, porta-voz dos movimentos, deram detalhes sobre a peça em entrevista a TVEJA. Para o grupo, o novo pedido “mostra de forma evidente e inegável que Dilma cometeu crimes”. E mais. Um parecer anexado pode derrubar os argumentos do governo sobre crimes do mandato passado. 

Assista ao vídeo:


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Marco Aurélio Mello, Ministro do STF, no Roda Viva de 19/10/2015




O ministro Marco Aurélio Mello, há 25 anos no Supremo Tribunal Federal, participou do programa Roda Viva de 19/10/2015. Para ele, a renúncia da presidente Dilma Rousseff, do vice Michel Temer e do deputado Eduardo Cunha, presidente da Câmara, seria o ideal para o Brasil nesse tempo de insatisfação da população. 

Os entrevistadores foram: Daniela Lima (repórter de Política da Folha), José Nêumanne (editorialista do Estadão e comentarista da TV Gazeta e da rádio Jovem Pan), Laura Diniz (editora do site Jota.Info), André Petry (editor especial de VEJA) e André Guilherme Vieira (repórter do jornal Valor Econômico).
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19 outubro 2015

Ronaldo Laranjeira na TVeja

"É irresponsabilidade o STF querer descriminalizar todas as drogas", diz Ronaldo Laranjeira.


O psiquiatra PhD em dependência química, Ronaldo Laranjeira, critica o debate sobre a descriminalização das drogas e afirma que "seria um grande risco" os ministros decidirem pela liberação no Supremo Tribunal Federal. 

Primeira parte da entrevista:



"Se Dilma fosse CEO de uma empresa e fizesse um discurso desconexo ela iria para o departamento médico", afirma o psiquiatra Ronaldo Laranjeira. Na conversa, o médico analisa os problemas do programa 'De Braços Abertos', mantido pela prefeitura de São Paulo na Cracolândia. 

Segunda parte da entrevista:


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01 outubro 2015

João Otávio de Noronha, Ministro do TSE, e o "Sumiço da Ética"

Em seu discurso de despedida como corregedor-geral da Justiça Eleitoral, o ministro João Otávio de Noronha disse que o país passa por um conjunto de crises, entre elas o "sumiço da ética". 


Ele disse: 

"Somos bombardeados a todo momento por notícias de corrupção como se o Brasil fosse uma terra minada". 

"A baixa cotação do homem honesto, da crescente disputa entre os mercadores do parlamento, de multiplicação dos compradores de opinião e até de votos nos leva a questionar se persiste a necessidade de a Justiça continuar com os olhos vendados."

"Vivemos dias de profundas transformações no cenário nacional. Mudanças que não prevíamos e nem prevenimos e cujas consequências não antecipamos. Fala-se o tempo todo em crise, crise de moralidade ante a banalização da inversão de valores, (...) crise econômica e financeira creditada à globalização e à má gestão do dinheiro público, crise de autenticidade flagrada na proliferação dos bodes expiatórios usados para desviar os olhos do eleitor das distorções do poder público, crises de referência em razão do sumiço da ética, crise de enfraquecimento do Estado em contraposição à crescente tentativa de manipulação da democracia pelo ranço do jeitinho brasileiro".

Qual o problema? O Plenário do TSE tinha em pauta a retomada do julgamento de uma ação que pode levar à cassação do mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) e do vice-presidente Michel Temer (PMDB) por abuso de poder político e econômico. O processo é uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME) apresentada pelo PSDB após a diplomação de Dilma e Temer. O processo estava paralisado por um pedido de vista da ministra Luciana Lóssio. Noronha já votou no caso e entendeu que a ação contra Dilma deve ter seguimento. O julgamento, porém, não foi retomado nesta quinta.








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30 setembro 2015

A Crise de 1929

A Crise de 1929 nada mais é do que a grande crise econômica que culminou com a queda (crash) da Bolsa de Valores de Nova York, em 24 de outubro de 1929, depois de uma expressiva ascensão desde 1927. 
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Programa do PT de 29/09/2015 Editado pelo Movimento Brasil Livre


No programa do PT, a fala de Lula é desmascarada pelos fatos. A edição foi feita pelo Movimento Brasil Livre, que pára a voz de Lula e insere vinhetas de jornais. 
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29 setembro 2015

Programa Partidário do PMDB em 24/09/2015



Na abertura, uma apresentadora vestida de negro, anuncia que o “país enfrenta uma crise econômica, que já resulta em recessão e desemprego, e uma crise política que retarda a mudança desse cenário”. O resultado é “uma sociedade angustiada, à espera de soluções, cansada de sempre pagar a conta, pessimista diante do nó, que não se desfaz”. 
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Programa Partidário do PSDB em 28/09/2015




O PSDB, com as falas do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o senador José Serra (SP), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o senador Aécio Neves (MG), presidente da legenda, explicam de maneira didática a incompetência do governo Dilma Rousseff e comparam as promessas eleitorais com os fatos reais do cotidiano dos brasileiros.
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Hélio Bicudo e Janaína Paschoal no Programa Roda Viva de 28/09/2015




Hélio Bicudo e a advogada Janaína Paschoal, no programa Roda Viva de 28/09/2015, discutem o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, apontando os motivos para tal empreendimento.

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23 setembro 2015

Modesto Carvalhosa Fala sobre Corrupção na TVeja

Modesto Carvalhosa, especialista na lei anti-corrupção, é entrevistado por Joice Hasselmann, da TVeja. Ele afirma que o governo é obtuso e agiu com má-fé ao colocar a estatal como vítima do esquema de corrupção ao invés de reconhecer os erros, impedindo assim que a empresa se recupere no mercado externo. "Empresa pública não é vítima, é instrumento para pilhar os cofres públicos."
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21 setembro 2015

Utopia: Notas de Livro

Por meio da metáfora de três navegações, Cirne Lima faz, no livro Genealogia Dialética da Utopia, uma revisão crítica dos paradigmas utópicos. Na primeira, trata de Platão e Aristóteles; na segunda, preocupa-se com Thomas Morus e Thomas Münzer; na terceira, analisa Rousseau e Marx.

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08 setembro 2015

Sérgio Moro: Palestra no Exame Fórum 2015

TESE: Combate à corrupção sistêmica

O juiz federal Sérgio Moro, fez uma palestra de aproximadamente 30 minutos no Exame Fórum 2015. Mesmo assoberbado de trabalho, aceitou o convite pois era uma oportunidade de falar a pessoas que não são do ramo do direito. O tema central, como não poderia deixar de ser, foi a Operação Lava Jato, que descortinou a corrupção sistêmica da Petrobrás. 
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07 setembro 2015

Previdência Social: O Grande Problema dos Gastos Públicos

A Previdência é o meio pelo qual as sociedades modernas se organizam para prover ao aposentado uma velhice satisfatória.
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Instituto Millenium - O Que É

O Instituto Millenium (Imil) é uma entidade sem fins lucrativos e sem vinculação político-partidária com sede no Rio de Janeiro. Formado por intelectuais e empresários, o think tank promove valores e princípios que garantem uma sociedade livre, como liberdade individual, direito de propriedade, economia de mercado, democracia representativa, Estado de Direito e limites institucionais à ação do governo.
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Mansueto Almeida no "Aqui Entre Nós", da TV Veja, em 04/09/2015

O economista Mansueto Almeida participou do programa "Aqui Entre Nós", da TV Veja, em 04/09/2015. 

Os erros do primeiro mandato da presidente Dilma prejudicaram o bom desempenho do segundo mandato.

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03 setembro 2015

William Waack em Fortaleza: Trecho de Palestra



O jornalista William Waack, em trecho de palestra (3 minutos), resume de forma serena e lúcida a situação do Brasil nos dias que correm. 



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Sérgio Moro no Exame Fórum 2015

O juiz federal Sergio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato, participou do Exame Fórum 2015 e, em entrevista ao diretor de redação do site de VEJA Carlos Graieb, afirmou que o sistema judicial brasileiro é falho e que promove "processos sem fim".

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02 setembro 2015

Dívida Pública: Sempre Subindo

1) A dívida pública brasileira é de R$ 2,6 trilhões. 

2) Entre fevereiro de 2014 e fevereiro de 2015, os juros da dívida somaram R$ 343 bilhões.
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01 setembro 2015

Discurso de Aloysio Nunes no Congresso (31/08/2015)



Aloysio Nunes faz um retrato da confusão administrativa (criação e desistência da CPMF e proposta de orçamente com déficit) da presidente Dilma Rousseff
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27 agosto 2015

Sugestão e Comunicação Persuasiva

Segundo M. H. Erickson, 80% das relações humanas são do tipo hipnótico. Se quisermos entender os mecanismos da publicidade, da política, da economia, das vendas etc., devemos levar isso em conta. É que a sugestão, quando combinada com a comunicação persuasiva, penetra nas camadas menos conscientes da personalidade.
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25 agosto 2015

Bóris Fausto no Roda Viva de 24/08/2015




Bóris Fausto, historiador, fala dos casos atuais de corrupção, da presença do Judiciário e do papel da oposição no Brasil de hoje.

A bancada foi composta por Paulo Werneck (editor e curador da Flip 2015), Janice Theodoro da Silva (professora de história da América da USP), Ivan Marsiglia (jornalista e sociólogo), Iris Kantor (professora do departamento de História da USP) e Roldão Arruda (jornalista).

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21 agosto 2015

Silas Malafaia Rechaça Discurso do Presidente da CUT


Silas Malafaia chama atenção do STF, da OAB e de outros órgãos para a gravidade do discurso do presidente da CUT, que incita os seus seguidores a pegar em armas para defender Dilma e Lula. 
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18 agosto 2015

José Serra no Roda Viva de 17/08/2015



José Serra foi o convidado do Roda Viva de 17/08/2015. Senador fala das crises política e econômica, além do papel da oposição no atual momento do país.
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14 agosto 2015

Quanto Maior o Governo, Menor o Cidadão

Dois vídeos que mostram como os recursos seriam mais bem alocados se os governos nãos fossem tão gigantes. 

 




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13 agosto 2015

Capitalismo: Modo de Usar

FotoFábio Giambiagi, especialista em finanças públicas, lança o livro "Capitalismo: Modo de Usar", pela editora Elsevier. Para o analista, terminou o ciclo de crescimento estimulado pelo setor público. "Vivemos uma tragédia grega em câmera lenta". A saída para o Brasil será aceitar as regras do capitalismo moderno, baseado na competição. "O drama que estamos vivendo é o resultado de uma estratégia que levou o governo a descuidar do equilíbrio macroeconômico para ganhar três eleições. Agora, a conta chega."

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12 agosto 2015

Marco Antonio Villa no Jornal da Cultura


Marco Antonio Villa, historiador, comenta a situação de Lula.
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Fortaleza Lança "Fora Dilma"


Patriotas de Fortaleza realizam ato de convocação para o dia 16 de Agosto na Avenida Bezerra de Menezes!
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Vai Ser Comido de Bicho



Música realça alguns detalhes para a boa cidadania: comprar CD pirata, fazer "gato" em rede elétrica ou TV. Quem fizer isso, à semelhança de Herodes, será comido de bicho. 
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10 agosto 2015

Juca Chaves em Ritmo de Lava Jato


Juca Chaves fazendo uma crítica humorada ao nosso momento político.
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09 agosto 2015

Hermes Freitas Magnus e Lava Jato


Hermes Freitas Magnus, o homem que deu origem à Operação Lava Jato após ter ouvido confissões de José Janene, revelou ao Jornal da Band que o deputado federal do PP (morto em 2010) se gabava de que “só ele e José Dirceu derrubavam o Lula”. Segundo Magnus, Lula participava da engenharia da corrupção.


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05 agosto 2015

Programa Escola Sem Partido



Paulo Eduardo Martins explica a principal meta do programa Escola Sem Partido, inspirado no movimento com mesmo nome iniciado pelo advogado Miguel Nagib.
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Ronaldo Caiado no Roda Viva (03/08/2015)


Ronaldo Caiado, Senador pelo DEM, participou do programa Roda Viva, da TV Cultura de São Paulo. Em sua fala, repetiu muitas vezes a palavra COERÊNCIA. Manter o caráter inalterado ante os obstáculos é a prova de sua coerência na vida política. Usa isso como uma crítica à postura de participantes de outros partidos. Não tem nenhum constrangimento em ser chamado de direita. Ao contrário, defende a liberdade e se diz um liberal no campo da economia. 

Dentre os muitos problemas que o Brasil enfrenta o maior de todos é a crise de confiança. Retomando-a acha que em 10 meses dá para consertar muita coisa. 



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04 agosto 2015

Carly Fiorina Anuncia sua Candidatura à Presidência dos Estados Unidos


Carly Fiorina, do partido republicano, anuncia sua candidatura à presidência dos Estados Unidos.

Carly Fiorina fez um discurso direto e objetivo: apresentou de modo sintético as razões pelas quais está preparada para assumir este posto. 

Afirmou que fará esforços para recolocar os Estados Unidos na condição de potência mundial, como sempre foi, e que perdeu espaço na gestão de Obama. 


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27 julho 2015

Política na Suécia: Modus Operandi

FotoNa Suécia, os políticos ganham pouco, andam de ônibus, cozinham sua própria comida, lavam e passam suas roupas e são tratados por “você”. 

Em seu livro “Um País Sem Excelências e Mordomias”, Cláudia Wallin, radicada na Suécia depois de trabalhar 10 anos em Londres, registra conversas com deputados que desconhecem mordomias e o tratamento de “Excelência”, que não aumentam o próprio salário e não entraram na vida pública para enriquecer ou levar vantagem. 

Explica, também, que o sistema político sueco é baseado em três pilares: transparência, educação e igualdade

No vídeo abaixo, a Band dá algumas explicações:




No Brasil, muitos políticos corruptos lutam para que os seus nomes sejam blindados. Estão mais preocupados em manter a aparência (honestidade) tal como sugeriu Maquiavel no livro O Príncipe



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21 julho 2015

Movimento Brasil Eficiente

FotoPaulo Rabello de Castro, autor do livro O Mito do Governo Grátis: O Mal das Políticas Econômicas Ilusórias e as Lições de 13 Países para o Brasil Mudar, explica-nos que o mito do governo grátis é um fenômeno político que promete distribuir vantagens e ganhos para todos, sem custos para ninguém. 

Para ganhar força junto ao Congresso Nacional, está coordenando um manifesto que se chama BRASIL EFICIENTE. 

PARA VOTAR, ACESSE A PÁGINA:




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É o Fim do Brasil?



Neste vídeo, Felipe Medina, da Empiricus, faz uma análise econômica e projeta a situação do Brasil no futuro.

O texto deste vídeo pode ser encontrado em:

O fim do Brasil _ Empiricus Research - Análises de Investimentos.html

Observação: para ler o texto é necessário sair do vídeo; depois clicar em permanecer na página.



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15 julho 2015

Papa e Discurso Anticapitalismo

FotoO Papa Francisco, em seu discurso político-ideológico, feito na Bolívia, ao defender a minoria, ataca a mídia monopolista e o capitalismo.
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13 julho 2015

Mentalidade Anticapitalista, A (Ludwig von Mises)

FotoNOTAS EXTRAÍDAS DO LIVRO  A MENTALIDADE ANTICAPITALISTA, ESCRITO POR LUDWIG VON MISES

PREFÁCIO

Flávio Morgenstern, colunista do Instituto Liberal, enaltece o autor Ludwig von Mises (1881-1973), designando-o como o maior economista de todos os tempos, porque foi além da economia, enveredando-se pela praxeologia - a "lógica da ação humana" -, em que as ações humanas compõem um objeto de estudo que transcende as trocas econômicas. 

Questão: "Como as vantagens mais óbvias do capitalismo conseguem não ser percebidas pelas pessoas que vivem (e bem) sob o reino de suas conquistas?" 

O prefaciador tece comentários sobre a mentalidade anticapitalista que se adquire na Universidade (intelligentsia) formando uma espécie de preconceito institucionalizado. Para ele, o pensamento econômico liberal difere de outros tipos de pensamento, especificamente o pensamento marxista, pois o pensamento liberal cria riqueza enquanto o pensamento marxista trata da exploração que se traduz no "jogo da soma zero", em que se um ganha o outro perde. No capitalismo liberal todos saem ganhando: é o "jogo da soma positiva". 

O capitalismo é o regime mais adequado para o indivíduo ser o construtor do seu próprio destino. Quando o indivíduo depende do Estado ele não percebe que o Estado nada produz. O capitalismo não é apenas o regime de produção, mas de produção em massa, a qual precisa ser consumida, mas consumida com a melhor qualidade e menor preço. O Estado toma dinheiro sobre o comércio sem nada produzir é que, de fato, é uma exploração imoral. 

A produção em massa é diferente de sociedade de massa. Na primeira, produz-se mais com menor custo; na segunda, enaltece o homem do prazer e não o do dever. 

"Se por um lado o capitalismo cria coisas novas ao homem, a mentalidade anticapitalista, por outro lado, destrói o que ele tem, rouba o seu trabalho e o explora em nome da 'justiça'".

APRESENTAÇÃO E INTRODUÇÃO

Neste livro, Mises examina criticamente os sentimentos anticapitalistas dos intelectuais, escritores e artistas, e põe em evidência suas falácias e equívocos.

O preconceito e o fanatismo da opinião pública se manifestam com mais clareza pelo fato de ela vincular o adjetivo "capitalista" exclusivamente às coisas abomináveis, e nunca àquelas que todos aprovam.

CAPÍTULO I - AS CARACTERÍSTICAS SOCIAIS DO CAPITALISMO E AS CAUSAS PSICOLÓGICAS DE SEU DESCRÉDITO

No capitalismo moderno, o consumidor é soberano. Se ele deixar de comprar um determinado bem, a empresa que o produz tem de fechar as portas.

O aperfeiçoamento econômico é o ponto central do capitalismo. A produção de massas deve atender à insaciabilidade do consumidor. Se não o fizer a preços mais baixos, o seu concorrente toma-lhe o lugar.

O capitalismo difere fundamentalmente da sociedade de status. O senhor feudal, por exemplo, não atende consumidores e está imune aos dissabores da ralé. No capitalismo, você ganhará dinheiro se servir à maioria das pessoas, que independe de uma julgamento acadêmico de valores.

O ressentimento da ambição frustrada é uma das causas de as pessoas detestarem o capitalismo. Se o outro tiver êxito e eu não, devemos culpar somente a nós mesmos. O sistema de preços de mercado do capitalismo é o fator preponderante do sucesso ou derrota do homem.

O ressentimento dos intelectuais fundamenta-se na inveja que professores, médicos e advogados nutrem com seus pares que ganham mais, os quais estão mais bem preparados para o exercício da profissão.

O ressentimento do trabalhador do "colarinho branco" resume-se na supervalorização de seu trabalho de anotar palavras e números. Por estar em contato com letras e números, considera-se muito valioso e não entende porque o operário braçal ganha mais do que ele.

O ressentimento dos "primos" diz respeito à morte ou ao desligamento dos empresários de suas funções. Os primos ou os parentes mais próximos, por preguiça ou desleixo, não conseguem dar continuidade aos negócios da família. Surge o patrão da produção que ganha mais do que eles. O fato gera lamúria e inveja.

Os artistas preferem o comunismo porque pensam que este regime livra-lhes da ansiedade do dinheiro vindo do consumidor. No capitalismo de mercado, a arte é um produto como outro qualquer.

CAPÍTULO II - A FILOSOFIA DO HOMEM COMUM

Para o homem comum, a economia é intragável. Ela é "por um lado, tão diferente das ciências naturais e da tecnologia e, por um outro, ha história e da jurisprudência, que parece estranha e antipática ao iniciante".

As doutrinas de Marx foram bem aceitas porque deram uma interpretação popular aos acontecimentos, e a recobriram com um véu pseudofilosófico que as tornou agradáveis tanto ao espiritualismo hegeliano quanto ao rude materialismo.

O homem comum é fortemente influenciado pelos intelectuais, pois "a pior exploração, segundo professores, líderes "trabalhistas" e políticos é a efetuada pelos grandes negócios".

Os intelectuais não percebem ou não querem perceber que os grandes negócios produzem em grande escala para baratear os produtos e servir melhor ao consumidor.

O fato é que governos, partidos políticos, professores e escritores, ateus militantes e teólogos cristãos são unânimes em rejeitar a economia de mercado e louvar os supostos benefícios da onipotência do estado.

"As pessoas não desejam o socialismo porque sabem que o socialismo vai melhorar suas condições de vida, nem rejeitam o capitalismo porque sabem que é um sistema nocivo aos seus interesses. São socialistas porque creem que o socialismo vai melhorar a suas condições de vida e odeiam o capitalismo porque creem que ele as prejudica. São socialistas porque estão cegas pela inveja e pela ignorância".

CAPÍTULO III - A LITERATURA SOB O CAPITALISMO

O capitalismo dá a muitos a oportunidade para inovar. O que conta não é o que é bom, mas o que o público acha bom.

O capitalismo cria condições para o indivíduo comprar livros, mas não lhe dá o discernimento do que é um bom ou mau livro.

Histórias de detetive vendem bem. Por detrás dessas histórias, há a injustiça do sistema capitalista. "O que motiva o detetive é o ódio subconsciente que tem do "burguês" bem-sucedido".

A liberdade de imprensa só funciona bem quando o controle é feito pelo sistema privado. O principal instrumento dos progressistas é boicotar autores, organizadores, editores...

O fanatismo dos literatos leva ao dogma de que a pobreza é resultado instituições sociais injustas. Recomendam, por exemplo, a expansão do crédito e o aumento do volume de moeda em circulação... que resultam em inflação e diminuição de sua riqueza.

Nos romances de Émile Zola, há o axioma de que o capitalismo é o pior de todos os males, e de que o advento do socialismo é não apenas inevitável como altamente desejável.

CAPÍTULO IV - AS OBJEÇÕES NÃO ECONÔMICAS AO CAPITALISMO

Para alguns pensadores, a posse de um automóvel, de uma aparelho de televisão não traz felicidade. Acrescentam que não são todos que possuem esses bens. Esquecem-se de que a inovação é, no início, um luxo para poucos; depois, com os ganhos de escala, fica disponível para a grande maioria da população.

Muitos atacam o capitalismo pelo que denominam sórdido materialismo, o que afasta o ser humano de objetos mais elevados e nobres.

Dentre os caluniadores do capitalismo, há os que evocam a injustiça. Falam o que deveria ser e não o que é. Nesse sentido, a pior de todas as ilusões é a ideia de que a "natureza" confere, a cada indivíduo, certos direitos. O capital é criado e aumentado pela poupança e diminuição de gastos. "Todas as doutrinas pseudo-econômicas que depreciam o papel da poupança e da acumulação de capital são absurdas".

"Karl Marx, o dissidente, pode viver, escrever e defender a revolução, à vontade, na Inglaterra vitoriana, assim como o Partido Trabalhista pode engajar-se em todas as atividades políticas, à vontade, na Inglaterra pós-vitoriana. Na Rússia soviética, não se tolera a menor oposição. Esta é a diferença entre liberdade e escravidão".

O homem ocidental foi totalmente criado numa vida de liberdade. O mesmo não ocorre no Oriente.

CAPÍTULO V - "ANTICOMUNISMO" VERSUS CAPITALISMO

Neste capítulo, Mises chama a atenção para a distinção ilusória entre comunismo e socialismo. Chamam de socialismo de planejamento ou de um estado previdenciário. "Querem levar-nos a crer que o totalitarismo não totalitário, uma espécie de quadrado triangular, é o remédio reconhecido para todas as doenças".

"A única coisa que pode impedir as nações civilizadas da Europa Ocidental, da América e da Austrália de serem escravizadas pelo barbarismo de Moscou é o amplo e irrestrito apoio ao capitalismo laissez-faire.

Ficha Catalográfica

MISES, Ludwig von. A Mentalidade Capitalista. Tradução de Carlos dos Santos Abreu. Campinas, SP: Vide Editorial, 2013.

Título original: The Anti-capitalistic Mentality



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08 julho 2015

Imposto e Gestão Pública

FotoO imposto é a  parcela da receita pública com a qual cada cidadão contribui para custear as despesas públicas. O imposto objetiva o atendimento das necessidades coletivas, de interesse geral, essenciais à própria vida do Estado. O imposto, do latim imponere, colocar sobre, como o próprio nome diz é imposto, isto é, seu pagamento é determinado coercitivamente.

O objetivo da administração pública é atender aos interesses da população e, para tanto, apoia-se nos princípios constitucionais da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade, da eficiência. Os responsáveis por esta tarefa são os funcionários públicos que a exercem através do próprio Estado. A gestão pública nada mais é do que as atividades da burocracia estatal com o fim de responder aos anseios da sociedade.

O imposto é retirado dos indivíduos, que são os consumidores. Antes disso, porém, alguém ou alguma máquina teve de produzir o referido bem. Quer dizer, o Estado nada produz. O que ele tem veio de alguma produção ou serviço. Para muitos gestores, principalmente aqueles ditos de esquerda, o dinheiro parece cair do céu. Gastam sem questionar quem está pagando a conta.

Observe a reflexão do astrofisico americano Neil Degrasse Tyson, o mais ativo divulgador da ciência depois de Carl Sagan. Para ele, o cientista deve retribuir para a sociedade. Na maioria dos países, principalmente nos Estados Unidos, as atividades científicas são financiadas pelo governo, por órgãos públicos. De onde vem o dinheiro? Dos impostos pagos pelos cidadãos. Logo, cada pessoa, e todo mundo, financia experimentos científicos, cujos resultados podem afetar a política, a economia, a saúde pública, a civilização.

Vejamos o que tem acontecido no Brasil nesses últimos anos. Incentivou-se o consumo sem a contrapartida dos investimentos. Além disso, os preços do câmbio, da energia elétrica, da gasolina etc. foram congelados para poder vencer as eleições. Com isso, estamos tendo um desemprego nunca antes visto e aumento sucessivo da dívida pública. 

Os homens de estado têm de aprender que o Estado nada produz e que não há almoço grátis. Quando se diz "gratuito" não quer dizer que não teve custos. Alguém, em algum lugar, está pagando por aquela prestação de serviço. Daí a responsabilidade pela gestão da coisa pública, pois aqueles recursos não pertencem à pessoa, nem ao partido, mas a todos e, por isso, deve ser devolvido de forma eficiente em serviços (saúde, educação, segurança) como bem nos advertia Adam Smith.

Não nos esqueçamos de prestar contas pelo uso do dinheiro público. Ele pertence a todos. 





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