31 outubro 2011

7 Bilhões de Pessoas

No dia 30 de outubro de 2011, o mundo registrou a criança que aumentou para 7 bilhões de pessoas a população do planeta Terra. Esse número mostra que já há superpopulação, principalmente na Índia, seguida pela China. No Brasil, há 190 milhões de pessoas. Para mais informações

ver mais

30 outubro 2011

Corrupção e Política Brasileira

A política, tal qual é articulada, na imensidão do nosso país, causa estranheza por parte dos cidadãos que pagam impostos e veem os recursos sendo drenados por todos os cantos, sem uma aplicação eficiente naquilo que mais eles precisam, ou seja, educação, saúde e segurança.

Marcos Cintra, no artigo Corrupção e Reforma Política, dá-nos algumas ideias para enfrentarmos esse problema, que já se tornou crônico.

ver mais

27 outubro 2011

Teoria dos Sentimentos Morais

Adam Smith, fundamentalmente otimista, publicou em 1759, a Teoria dos Sentimentos Morais em que, influenciado por Hutcheson, faz da simpatia o fundamento da moral.

Do ponto de vista filosófico, é a obra prima de Adam Smith. Nas suas quase 500 páginas, passa e repassa as ideias sobre a conveniência da ação, os problemas inerentes aos méritos e deméritos, as questões da gratidão e do ressentimento, os propósitos da conduta humana, o caráter da virtude, as noções de justiça, prudência e benevolência, entre outras.

ver mais

26 outubro 2011

Dinheiro é Riqueza?

Até o início da era moderna, a riqueza era definida como o conjunto dos bens materiais, tais como, casas e terras. Depois do incremento do comércio, a partir da Idade Média, o dinheiro assumiu o status de riqueza. Acumular dinheiro dá a sensação de que a pessoa é rica.

A verdade, porém, não é bem esta. Observe que o dinheiro, estritamente falando, nada mais é do que um meio troca. Em vez de usar sal, farinha ou mesmo o boi, as pessoas optaram pelo uso da moeda, pois ela facilita as transações de mercadorias e serviços dentro da sociedade.

Para demonstrar que o dinheiro não é riqueza, pensemos: O que faria um indivíduo, cheio de dinheiro, numa ilha, tal qual aconteceu com Robinson Crusoe que, em meados do século XVIII, se dirigia à America do Sul, mas o barco em que seguia naufragou ficando a viver numa ilha deserta? O que ele compraria, se não havia nada para trocar o dinheiro que levou? Para ele, o que seria riqueza? Talvez uma vara de pescar ou uma faca para preparar o seu peixe.
ver mais

A Desigualdade da Renda é Boa ou Má?

Tese: As rendas deveriam ser iguais se todos os homens fossem semelhantes.

Não é correto reivindicar que todos devam ter rendas iguais. Para explicar esse raciocínio, temos de nos valer da utilidade marginal da renda. Inicialmente, façamos a hipótese de que possamos atribuir números à utilidade da renda de cada pessoa. A utilidade marginal da renda é a mudança na utilidade total que resulta de uma mudança de unidade na renda. Suponhamos, também, que possamos somar as utilidades totais de diferentes indivíduos para obter uma utilidade total social para a sociedade toda.

Baseando-nos nos dizeres acima, a utilidade social chegaria a um máximo quando a utilidade marginal da renda de todos os indivíduos fosse igual. Igualdade de renda, contudo não implica igualdade da utilidade marginal da renda. Por quê? Porque cada um de nós faz um juízo de valor diferente para cada unidade de sua renda. É por isso que as rendas seriam iguais somente para pessoas semelhantes.

O argumento mais convincente a favor da desigualdade da renda é o de que não é o nível médio de realização que mede o valor de uma cultura, mas os níveis máximos que ela atinge. Dentro desse contexto, seria preferível uma sociedade que tivesse cabanas de pau-a-pique e catedral a uma outra que só tivesse cabanas de pedra. O problema das políticas econômicas é encontrar o grau ótimo de desigualdade. Parece-nos que a média justa, apregoada por Aristóteles, é a mais aconselhável.

Dando prosseguimento a este raciocínio, somente as sociedades ricas podem se dar ao luxo da igualdade. As sociedades em desenvolvimento precisam de um alto grau de desigualdade, em que os recursos possam ser aglomerados em mãos de poucos, para propiciar o desenvolvimento de longo prazo.

Fonte: BOULDING, K. E. Princípios de Política Econômica. São Paulo: Meste Jou, 1967, p.107 a 111.
ver mais

14 outubro 2011

Marcha contra a Corrupção

Pela segunda vez neste ano, manifestantes realizaram, em 12/10/2011, a marcha contra a corrupção, um movimento sem fins partidários.

Em Brasília, no ato contra a corrupção, com faixas, bandeiras do Brasil e caras pintadas, as pessoas caminharam do Museu da República até o Palácio do Planalto. Os pedidos foram desde a aplicação da Lei da Ficha Limpa nas eleições do ano que vem até a realização de concurso público.

Façamos um raciocínio utópico: se a corrupção fosse extirpada, quais seriam os recursos que poderiam ser alocados na educação e na saúde? Não deve ser muito pouco.
ver mais