15 agosto 2022

Análise Geopolítica do Brasil e do Mundo

O General do Exército Luiz Eduardo Rocha Paiva, em entrevista à Andreia Luiza Matias, do Jornal da Cidade Online, fez uma análise sobre a situação geopolítica do Brasil e do mundo.

Acentuou os perigos de Lula voltar ao poder, depois de tudo o que ele fez quando esteve à frente do governo.

O ponto de ruptura. Depois de quatro anos, o STF descobriu que Curitiba não era o foro adequado. Se Lula chegar ao poder, pode haver uma ruptura, ou seja, uma anomia, que é a quebra da unidade política. O poder judiciário ou o poder executivo podem chamar as Forças Armadas para dirimir o conflito. Não acha conveniente, pois atendendo um desagrada o outro. Em caso extremo, as Forças Armadas podem assumir o governo, no sentido de restabelecer a ordem.

No caso das urnas eletrônicas, não foram nem os militares nem as forças armadas, mas o Ministério da Defesa, por ser um órgão político, a convidada a participar da transparência nas eleições. Porém, o recurso que eles possuem estão no exército e nas forças armadas. 

A revolução socialista no Brasil começou em 1922.

Entre países, há interesses: ora estão do nosso lado, ora não. 

O Brasil é um país conservador com viés social. Quer dizer, há um liberalismo econômico com responsabilidade social. Há necessidade de atender aos mais carentes, mas deve sobrar recursos para mais investimentos.   Nem o radicalismo de direita (ultra capitalismo, que é o estado mínimo), nem o de esquerda (marxista; totalitário) terão campo de atuação. 

Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=OHzTvW1D3Ok



11 agosto 2022

João Martins, Presidente da CNA, em Evento

João Martins, presidente da CNA, a mais importante entidade ruralista do país, discursou nesta quarta-feira, 10, no evento para mais de 3.500 ruralistas em Brasília.

Na presença de Jair Bolsonaro, do candidato a vice, Walter Braga Netto, e de ministros do governo, o presidente da entidade chamou Lula de ladrão, disse que o país não pode voltar a ser governado por uma “equipe corrupta e incompetente” e convocou os produtores a fazerem campanha por Bolsonaro em todo o país.

“Os senhores sinalizaram bem claro que não tem mais espaço nesse país para uma equipe corrupta e incompetente. E muito menos o retorno de um candidato que foi processado e preso como ladrão. Nós queremos construir um Brasil do amanhã. Não só de ter orgulho de ser brasileiros, mas construir um país para os nossos filhos e nossos netos. Isso só será possível se nós tivermos a coragem de fazer com que, na próxima eleição, sejam eleitos um Congresso responsável e comprometido com as grandes reformas e um presidente que dê continuidade ao que nós estamos vivendo hoje”, disse Martins.

O presidente da CNA foi aplaudido pelos milhares de participantes do evento. Bolsonaro será o único presidenciável a discursar no encontro.

 

10 agosto 2022

Os Debates entre Lula e Bolsonaro serão imperdíveis

Quem é melhor nos debates, Lula ou Bolsonaro? Com esses dois no ringue, vamos assistir a uma verdadeira “briga de cachorro grande”. O mínimo que podemos esperar é que cheguem ao confronto com a faca nos dentes. E aí, sai ou não esse quebra-pau?

Embora não esteja nada confirmado, persistindo a polarização entre eles, há boas chances de que se confrontem. A tradição diz que, normalmente, quando um candidato está muito na frente nas pesquisas, não comparece aos debates. Se participasse só teria a perder, nunca a ganhar. Como dá a impressão de que um não se descolará muito do outro nas intenções de votos, é quase certo que aceitem se encarar.

Há mais um motivo para que o candidato não compareça, o receio de ser massacrado pelo oponente. Não querendo correr o risco de enfraquecer sua imagem e passar vergonha, daria uma desculpa qualquer, como questão de agenda, para não ir. Esse não é, pelo menos aparentemente, o caso de nenhum dos dois. 

Não temos histórico para análise. Não sei se fui incompetente nas pesquisas, mas não encontrei nenhuma foto com os dois adversários juntos. Parece mesmo que nunca se encontraram. As imagens em que estão um ao lado do outro são todas montagens.

E por que nunca estiveram frente a frente? Quando o petista surfava na política, gozando dos altos índices de popularidade, o seu oponente, como legítimo integrante do baixo clero, vivia pregando no deserto, diante do plenário vazio na Câmara dos Deputados.

Ao iniciar sua campanha às eleições de 2018, Bolsonaro fazia peregrinações solitárias pelo país, sem ter ninguém para recepcioná-lo nas cidades que visitava, principalmente no Nordeste. Sem dinheiro, sem mídia, dentro de um partido nanico, o PSL, sem coligações, e só com oito segundos de tempo de televisão durante a campanha. Contava apenas com as tias do zap.

O ex-presidente nem considerava aquele deputadozinho um adversário. Assim que mencionavam o nome dele, a reação daquele que curtia os favoráveis ares do poder era só de deboche.

Um vivia nas nuvens, literalmente, aproveitando a mordomia do AeroLula, enquanto o Capitão gastava sola de coturno em suas andanças quixotescas. Pois é, como estavam quase sempre a uma distância de uns 10 mil metros entre o céu e o inferno, só se viam por fotos. E olhe lá!

Depois que Lula foi para a prisão, as chances de se esbarrarem passou a ser praticamente zero. Até seus correligionários quando desejavam vê-lo precisavam viajar até Curitiba para encontrá-lo nas dependências da Polícia Federal.

Hoje a situação é outra. Alegando equívoco de local para o julgamento do ex-presidente, o STF (Supremo Tribunal Federal) anulou as condenações. Disseram que ele precisaria ser julgado, desde o início, em outra cidade, não na capital paranaense. E com essa descondenação o Supremo retirou sua inelegibilidade, permitindo que concorresse novamente ao cargo de presidente.

Embora Lula esteja à frente nas pesquisas, suas raras aparições públicas demonstram que aparentemente perdeu muito do seu encanto popular. Se de um lado o candidato do PL carrega multidões por onde passa, o petista lembra mais o antigo Bolsonaro desacompanhado, acenando para quase ninguém.

É nesse clima que os dois deverão se encontrar. Conhecemos as características de cada um. Lula participa dos debates usando sua arma preferida que é o sarcasmo. Tenta assim desestabilizar os adversários. Os exemplos mais marcantes foram as contendas com Alckmin, hoje cerrando fileiras com ele como vice.

Nos momentos em que o ex-governador paulista fazia críticas mais contundentes, em vez de refutar com argumentos, o candidato petista debochava: Alckmin, você não é desse jeito. Você nunca teve esse tipo de comportamento agressivo. E o tema do debate passava ao largo. Não que não saiba ser veemente quando precisa. Essa atitude mais dura, entretanto, é adotada especialmente nos discursos diante do seu público cativo, para inflamar os seguidores.

Bolsonaro é briguento. Nas últimas eleições diziam que ele fugia dos debates porque seria trucidado. Mesmo internado no hospital por causa da facada, alguns desafetos chegaram a afirmar que ele estava usando aquele momento como desculpa só para não participar.

Os que não acreditavam em sua competência para debater com as feras se surpreenderam. Diziam: no programa Roda Viva ele será massacrado pelos entrevistadores. Foi e venceu cada um deles com suas respostas. Ah, quando ele for na Globo, ou na GloboNews vai apanhar tanto que talvez até desista de continuar concorrendo. Foi. E se saiu tão bem que em alguns casos até ridicularizou quem o pressionava. Em vez de sabatiná-lo nas questões econômicas, seu flanco vulnerável, quiseram agredi-lo nos aspectos comportamentais. Nessa praia ele nada de braçada.

Talvez não tenhamos visto na história política brasileira dois concorrentes à presidência em posições tão antagônicas como esses dois. Se eles vierem mesmo a se enfrentar, teremos oportunidade de presenciar, provavelmente, debates inesquecíveis. Assim como ocorreu na disputa entre Collor e Lula, também desta vez a diferença entre a vitória e a derrota nas eleições poderá estar primordialmente no desempenho que terão nesses confrontos. Siga pelo Instagram: @polito

Sobre o autor

Reinaldo Polito é Mestre em Ciências da Comunicação e professor de oratória nos cursos de pós-graduação em Marketing Político, Gestão Corporativa e Gestão de Comunicação e Marketing na ECA-USP. Escreveu 34 livros com mais de 1,5 milhão de exemplares vendidos em 39 países. Siga no Instagram @polito pelo facebook.com/reinaldopolito pergunte no contatos@polito.com.br

Publicado em 07/08/2022, às 10h40 Reinaldo Polito

https://spdiario.com.br/noticias/colunistas/os-debates-entre-lula-e-bolsonaro-serao-imperdiveis.html


08 agosto 2022

Errando a Previsão de Crescimento para Menos

Adolfo Sachsida, ministro de Minas e Energia do governo Bolsonaro, tem dito que as previsões de economistas e jornalistas estão abaixo do que realmente está ocorrendo, porque eles estão vendo a economia pelo lado da demanda, e não pelo lado da oferta.

Entendamos.

Em termos teóricos, há duas escolas: 1) os economistas do lado da demanda que se concentram nos consumidores, ou precisamente no bolso deles; 2) os economistas do lado da oferta que se concentram nos produtores, ou precisamente na retirada de barreiras para uma atuação mais eficiente dos produtores, empreendedores investidores e trabalhadores.

Quando se analisa a economia pelo lado da demanda, percebe-se que são os gastos dos consumidores que fazem a economia crescer. Daí, quanto mais o governo estimular e facilitar os gastos, maior será o crescimento econômico. Analisando, porém, a economia pelo lado da oferta, percebe-se que o que faz a economia crescer não é o consumo, mas sim a produção de bens e serviços. Em outras palavras, o consumo é uma consequência natural da produção.

Em síntese, dizer que o consumo impulsiona a economia é desprezar todo o esforço dos empreendedores de descobrir a melhor maneira de satisfazer as necessidades dos consumidores.  

Por isso, a Lei de Say é atualíssima e, sozinha, destrói todo o arcabouço keynesiano. 

Originalmente, o significado da Ley de Say era outro. Inclusive o nome era outro. Economistas anteriores a Keynes se referiam a ela como a 'Lei dos Mercados', pois ela descrevia em termos muito simples os fundamentos de como um mercado funciona. Jean-Baptiste Say foi aquele que expressou e explicou a lei da maneira mais simples e direta, o que pode explicar por que ela passou a ter o seu nome.

Para mais informações:

https://www.mises.org.br/article/3190/economistas-do-lado-da-oferta-vs-economistas-do-lado-da-demanda--entenda-esta-distincao-crucial

https://www.mises.org.br/article/2721/a-lei-de-say-e-irrefutavel-e-sozinha-destroi-todo-o-arcabouco-keynesiano


31 julho 2022

Carta Aberta de Luciano Hang a Favor de Democracia

Eu apoio e defendo a democracia, por isso me tornei ativista político e coloco minha cara a tapa todos os dias, há mais de cinco anos.

Eu apoio e defendo a democracia, por isso não penso em benefícios próprios ou no que é bom apenas para mim e meu negócio. Penso no coletivo e no melhor para o Brasil e os brasileiros.

Eu apoio e defendo a democracia, por isso critico o mensalão, o petrolão e escândalos da corrupção.

Eu apoio e defendo a democracia, por isso sou contra qualquer político que tenha amizade, abrace e financie ditadores comunistas.

Eu apoio e defendo a democracia, por isso me oponho àqueles que declaram censura e regulamentação da imprensa e das mídias sociais.

Eu apoio e defendo a democracia, por isso acho um absurdo quem invade terras e propriedades privadas.

Eu apoio e defendo a democracia, por isso luto por um Estado mínimo, uma máquina pública menor, o fim das estatais, menos Brasília e mais Brasil.

Eu apoio e defendo a democracia, por isso acredito que todos temos de lutar pela redução de impostos, para que o brasileiro não precise trabalhar cinco meses do ano só para pagar tributos.

Eu apoio e defendo a democracia, por isso sempre combati a burocracia, que é a mãe da corrupção e responsável pelo atraso do Brasil.

Eu apoio e defendo a democracia, por isso sou contra a revogação de importantes reformas pelo país, como a Reforma Trabalhista e o Teto de Gastos.

Eu apoio e defendo a democracia, por isso não concordo com quem defendeu o "fique em casa, a economia a gente vê depois".

Eu apoio e defendo a democracia, por isso acredito naqueles que defendem a liberdade do cidadão para criar e se desenvolver.

Eu apoio e defendo a democracia, por isso jamais ficaria quieto vendo um ex-presidiário, preso por corrupção, tentar voltar ao poder. O brasileiro não pode ter memória curta e esquecer o inesquecível.

Eu apoio e defendo a democracia, por isso entendo que a eleição de 2022 será a mais importante da nossa história: é o bem contra o mal. O verdadeiro trabalhador saberá escolher certo.

Tenho certeza que se o padeiro, o motorista, o agricultor, o comerciante, o pintor, o atleta, a dona de casa, o pedreiro, enfim, cada trabalhador do Brasil fizer a sua própria carta, o mais genuíno sentido de democracia seria defendido. Agora, não é coerente achar que algo assinado por alguns empresários representa todos os brasileiros. Isso não se trata de democracia, é demagogia e marketing político em prol do ex-presidiário.

29 julho 2022

Manifesto do Movimento Advogados de Direita

Respondendo à Carta do Cinismo, lançada nesta semana por apoiadores do ex-presidiário Lula, o Movimento Advogados de Direita lançou um manifesto opositor, em defesa dos Direitos Fundamentais dos brasileiros que giram em torno da Liberdade de Expressão.

MANIFESTO À NAÇÃO BRASILEIRA

EM DEFESA DO BRASIL E DAS LIBERDADES DO POVO, PELO POVO E PARA POVO.

Nós, o povo brasileiro, na defesa do Brasil e das Liberdades do Povo, pelo Povo e para o Povo, e, em apoio ao Presidente do Brasil Jair Messias Bolsonaro nos dirigimos à Nação Brasileira, para declarar que sem liberdade não há democracia, sem justiça não há liberdade, sem honra não há respeito, sem dever não há ordem e progresso, sem piedade não há amor e humildade e sem esperança iremos sucumbir.

Há em nosso País a gravíssima tentativa da consolidação da “ditadura do pensamento único” que vem impondo a censura e desmonetização dos meios de comunicação independentes e de perfis de redes sociais de brasileiros.

Testemunhamos a instauração de inquéritos ilegais e inconstitucionais com o simples objetivo de criminalizar a opinião contrária, pelo órgão que deveria zelar pelos direitos fundamentais da população, abolindo nossas liberdades individuais e garantias fundamentais.

Somos um povo pacífico, que ama sua nação, que defende a democracia e as liberdades. Não podemos renunciar as liberdades que Deus nos deu. Nosso dever é lutar pelo que já conquistamos, por aquilo que cremos, por nossa fé, pelo direito de ir e vir, pelo direito de se expressar.

Qualquer pessoa deve ter o seu direito de se expressar livremente sem qualquer tipo de limites. A liberdade de expressão é o que permite o diálogo entre pontos de vista diferentes, antagônicos.

Sem o direito de se expressar, sem essa liberdade todos os demais direitos estarão prejudicados. A liberdade de expressão inclui o direito a fazer críticas, ou seja, a criticar quem quer que seja. Parcela da população brasileira hoje não pode usufruir desse direito. Está sendo impedida por pessoas que deveriam garantir.

Não é aceitável que um lado tente imputar a nós, um povo livre e pacífico, a condição de incentivadores de atos antidemocráticos e de divulgadores de fake News. A verdade é que uma pequena parcela da população detentora de poder, não aceita críticas. Não aceita escutar a opinião do POVO, do PODER SUPREMO DE UMA NAÇÃO DEMOCRÁTICA.

Os milhões de cidadãos brasileiros, incluindo o Presidente da República Federativa do Brasil, o Exmo. Sr. Jair Messias Bolsonaro em suas liberdades individuais buscam posicionar-se perante a sociedade com opiniões acerca de temas importantes para nação, no entanto, estamos sofrendo ataques infundados por pessoas que não respeitam opiniões diferentes.

Nossas convicções de DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA E LIBERDADE em nada ofende quem quer que seja e tampouco ameaça a democracia como tanto repetem. Precisamos estar unidos para defender as LIBERDADES, porque SEM LIBERDADE NÃO HÁ DEMOCRACIA.

Por fim, concluímos este Manifesto com a seguinte expressão de Alexis de Tocqueville:

“Democracia amplia a esfera da liberdade individual, o socialismo a restringe. Democracia atribui todo o valor possível de cada homem; socialismo faz de cada homem um mero agente, um mero número. Democracia e socialismo não têm nada em comum além de uma palavra: igualdade. Com uma grande diferença: enquanto a democracia procura a igualdade na liberdade, o socialismo procura a igualdade no controle e na servidão”.

Deus seja Louvado.

Brasil acima de Tudo.

República Federativa do Brasil, 28 de julho de 2022

* * *

Para assinar, clique aqui

 

14 julho 2022

5 Lições Básicas de Economia

Embora continuem sendo ignoradas, as 5 lições são as seguintes:

1ª lição: Dizer que os salários — principalmente o salário mínimo — devem ser aumentados por decreto significa dizer que o segredo para a prosperidade é aumentar os custos de produção;

2ª lição: Dizer que o governo deve estimular o crédito para salvar a economia significa dizer que a maneira de salvar a economia é aumentando o endividamento das pessoas. Crédito e dívida são nomes distintos para a mesma coisa;

3ª lição: Dizer que o governo deve estimular a indústria nacional por meio de subsídios ou empréstimos subsidiados significa dizer que o grande empresariado deve receber dinheiro de impostos do povo e, com isso, levar vantagem sobre os concorrentes menores;

4ª lição: Dizer que mais gastos do governo estimulam o empreendedorismo significa dizer que a contratação de mais burocratas e a criação de mais burocracia e regulamentações incentivam a produção e criam mais riqueza;

5ª lição: Dizer que as empresas devem ser controladas por agências reguladoras significa dizer que essas empresas devem operar dentro de um cartel protegido pelo estado, com preços garantidos e sem liberdade de entrada para potenciais concorrentes.

 

28 junho 2022

Notas da Entrevista de Alfredo Bessow à TVJCO

O jornalista Alfredo Bessow, do “Canal de Brasília”, é entrevistado por Andréia Luíza Matias, jornalista da TVJCO.

Para Alfredo Bessow, as pessoas de bem deveriam visitar a maioria dos canais de direita, no YouTube, dando seu “like” para impulsionar os conteúdos conservadores.

Sobre a ampliação da esquerda na América Latina, disse que isso não contamina o Brasil, por ser este mais populoso, ter um agronegócio forte e as Forças Armadas ao lado do povo brasileiro.

Sobre a grande porcentagem (por volta 40%) de abstenção nas eleições e a vitória de esquerdistas, disse que nesses países não houve nenhum candidato com o rótulo de "ladrão" como no Brasil.

Sobre o ativismo do judiciário, diz que teme mais a imprensa, pois aí está a grande fábrica de falsas informações que podem inibir o eleitor menos avisado.

Confira a entrevista pelo link: https://youtu.be/T5QTtRZ4neM

 

31 maio 2022

Linguagem “Neutra”

O jornalista J. R. Guzzo, em artigo extraído do “Jornal da Besta Fubana”, de Luiz Berto, tece alguns comentários sobre a farsa dessa linguagem que escolas secundárias e as universidades, que deveriam zelar pelo avanço do conhecimento e da lógica, querem impor goela abaixo palavras como “todes”, “iles”.

Ele diz que essa linguagem é um erro de português — seria mais o menos como ensinar, na aritmética, que 2 + 2 são 22, ou que o ângulo reto ferve a 90 graus. Afirma que usar o masculino e o feminino é um requisito fundamental da língua portuguesa. É o que nós, brasileiros, falamos diariamente.

Em certo trecho do artigo indaga: “Nossos catedráticos e outros altos pedagogos querem que os bebês sejam chamados de ”menines”. Tudo bem: mas é menino ou menina? Xeque-mate”.

Aponta, também, um problema insolúvel: “por acaso as escolas e as universidades vão passar a reprovar, nos exames, os alunos que escreverem ou falarem o português correto?”

Conclui: “Língua não é produto de alguma cerebração intelectual processada em agências de publicidade, e sim da vontade, da prática e da inclinação da população em falar de uma determinada maneira. A “linguagem neutra”, nesse sentido, tem as mesmas possibilidades de sucesso que o esperanto, e demais tentativas de se criar línguas artificiais. O que impressiona, mesmo, é o tamanho da farsa”.

https://luizberto.com/a-farsa-da-linguagem-neutra/


29 maio 2022

Homeschooling

Os defensores do homeschooling querem apenas uma liberdade humana essencial.

Daniel Chaves Claudino, em artigo no site Mises Brasil, de 21/05/2022, tenta responder a três críticas mais comuns ao homeschooling.

homeschooling (ensino domiciliar) é um termo muito estranho, pois todos têm a ideia de que o ensino deve ser ministrado na escola. Embora haja um crescimento de visibilidade no Brasil, ainda esbarra em diversos obstáculos, tais como, a escassez de recursos pedagógicos, a falta de uma cultura e de uma mentalidade favoráveis ao homeschooling e as questões legais.

Trechos copiados do artigo

Fundamentos da educação convencional

O atual paradigma educacional é fundamentado em algumas premissas gerais, resumidas a seguir:

a) existe uma idade ótima a partir da qual o aluno deve ser ensinado;

b) tal ensino deve ser ministrado por profissionais qualificados e munidos de ferramentas e teorias pedagógicas;

c) esse arcabouço pedagógico é inacessível ao "cidadão comum";

d) alunos da mesma idade têm (aproximadamente) a mesma capacidade e bagagem intelectual e, portanto, este passa a ser um parâmetro natural de segregação;

e) essa forma de divisão é a ideal e a única que permite a "socialização" dos alunos.

É importante explicitar essas características do sistema educacional vigente porque muitos dos equívocos que rondam o homeschooling têm a ver com uma visão romantizada do funcionamento desse sistema, de modo que qualquer tentativa de se distanciar desse padrão é vista como uma atitude retrógrada e incapaz de atender às necessidades educacionais básicas das pessoas em formação.

Com isso em mente, abaixo são listados os três pontos de maior contenda quando se trata do homeschooling.

O homeschooling não é um experimento educacional alternativo à educação praticada nas escolas

Você não é suficientemente qualificado para educar seus filhos

"Mas e a socialização?"

Para concluir

Vale ressaltar o óbvio: defensores do homeschooling não estão pedindo a abolição do sistema educacional vigente. Eles querem apenas a liberdade de não serem obrigados a enviar seus filhos para essas fábricas de coerção e de entorpecimento cerebral que são as escolas atuais. (Pela legislação atual, se você optar por educar seu filho em casa, poderá ir para a cadeia).

Vale repetir as palavras de John Holt, mundialmente famoso educador e defensor do homeschooling, em seu best-seller Como as Crianças Aprendem:

Queremos acreditar que estamos enviando nossas crianças para a escola para que elas aprendam a pensar. Mas o que realmente estamos fazendo é ensinando-as a pensar de maneira errada. Pior: estamos ensinando-as a abandonar uma maneira natural e poderosa de pensar e a adotar um método que não funciona para elas e o qual nós mesmos raramente usamos.

Nós estamos tentando convencê-las de que, ao menos dentro da escola — ou mesmo em qualquer situação em que palavras, símbolos ou pensamento abstrato estejam envolvidos —, elas simplesmente não podem pensar. Devem apenas repetir.

Link para a leitura integral do artigo

https://www.mises.org.br/article/2984/entendendo-o-basico-sobre-o-homeschooling--e-respondendo-as-tres-criticas-mais-comuns


"Formandes" na Poli-USP

Segundo reportagem da “Gazeta do Povo”, de 27/05/2022, O canudo da formatura da Poli-USP tem linguagem neutra, com a seguinte inscrição: ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSADE DE SÃO PAULO / FORMANDES 2021.

Eis a nota:

"Os alunos da comissão de formatura da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) decidiram utilizar, em sua colação de grau festiva, um canudo com a inscrição "Formandes 2021". O evento, ocorreu nesta quinta-feira (27), no Espaço das Américas, em São Paulo, e contou com a presença do diretor da Poli-USP, Reinaldo Giudici, e professores da graduação.

Desde 2015, os alunos de graduação da Poli-USP participam de uma Semana da Diversidade da Escola Politécnica (SEDEP), organizada pelo PoliPride, o Coletivo de Diversidade Sexual e de Gênero da Poli-USP. Além disso, o grupo organiza palestras com grupos LGBT e deu início, recentemente, ao projeto "Banheiro para Todes", que tenta normalizar o uso dos banheiros da Poli de acordo com a orientação sexual do estudante. Esta última iniciativa tem sido criticada por organizações de proteção às mulheres, como a Campanha pelos Direitos Humanos das Mulheres, que lembram que não são raros os casos de homens que se aproveitam dessa abertura para fingir outra orientação sexual e cometer abusos (o que seria um fator de risco para as estudantes mulheres).

A linguagem neutra (chamada também de linguagem não binária) faz parte das demandas do ativismo LGBT que quer a "neutralização da língua" com a abolição dos gêneros feminino e masculino no idioma. Para isso, propõem a criação de novas palavras, como “todes”, “menine”, “elu” e “elx”. A medida, que teria como objetivo incluir pessoas que se autodeclaram não binárias, ou seja, que não se reconhecem nem como mulher nem como homem, é alvo de críticas por parte de linguistas e acadêmicos".

https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/formandes-2021-colacao-poli-usp-canudo-linguagem-neutra/

Para onde caminha a humanidade? A universidade, que deveria cuidar da língua pátria, deixa-se levar por ativistas de toda ordem. 


20 abril 2022

Brasil com S e não com Z

Vídeo Postado no canal de José Marcio Artigo 142

Assista pelo link:

https://youtu.be/zt-Rh_kPU_c





05 abril 2022

Anular o Voto

Em conversas com as pessoas, ouvimos muitas vezes que elas irão anular o seu voto ou não comparecerão ao pleito eleitoral, pois acham que seu voto nada mudará o resultado da eleição. Outros alegam que não votarão porque as urnas estão corrompidas. A respeito das urnas, há desconfiança, mas mesmo assim há a contagem dos votos. 

Vamos supor que a contagem dos votos retrate como foi a eleição dos postulantes aos cargos eletivos. Mesmo assim, muitas pessoas hesitam em se apresentar para votar ou se forem, como são obrigadas por lei, vão simples anular o seu voto.

Há, aqui, um pequeno engano: se você tiver preferência por um candidato — vereador, deputado, senador, prefeito, governador, presidente — e não votar, você está favorecendo a eleição de um candidato que não é da sua preferência, pois do outro lado, todos vão às urnas votar neles.

O que fazer? Pesquisar sobre os candidatos, verificar o seu passado, o seu desempenho, caso esteja exercendo um cargo eletivo. Conhecendo melhor, saberemos em quem votar ou não votar. Não é somente o presidente que está em jogo: é Câmara dos Deputados, o Senado, o Governo Estadual, a Prefeitura... Lembrando que todos, cada um no seu campo de atuação, estão de alguma forma exercendo o poder de aprovar ou rejeitar leis que favorecem ou prejudicam a população.

Entre dois candidatos, escolhamos o menos ruim, pois alguém irá ocupar aquele lugar. E não adianta a observação cômoda: eu não votei em nenhum dos dois.

21 março 2022

Petrodólares e Reserva em Ouro

Análise das consequências do término do lastro da moeda em ouro. Até 1971, era o padrão ouro que vigorava. Depois, confiava-se simplesmente na moeda e, no caso, o dólar.

Os Estados Unidos, para manter seu poderio econômico, criou o petrodólar, ou seja, o petróleo transformou-se em ouro, o ouro negro. Quem quisesse fazer transações com a própria moeda era abatido como aconteceu com a Líbia e Iraque.

Os Estados Unidos podem imprimir dólares (quanto quiserem), pois não precisam de ouro para lastreá-los.

A China está desafiando os petrodólares e quer pagar com o yang.

Link do vídeo: https://youtu.be/5hgAh1IBvw0








18 fevereiro 2022

Ricos e o uso das inovações, Os

Na Grécia Antiga, os benefícios do saneamento básico teriam significado bem pouco para os ricos, pois os servos faziam o papel da água corrente.

Televisão e rádio trariam mais qualidade de vida aos nobres de Roma? Pouco provável, pois eles podiam ter músicos e atores fazendo apresentações exclusivas em suas mansões.

Os Ricos não precisam se preocupar com máquinas de lavar, microondas e supermercados, pois há serventes para tal fornecimento.

Hoje, no smartphone de cada cidadão comum há inúmeros aplicativos que trazem grandes comodidades. Destaquemos o GPS e o Uber. Os ricos não precisam disso, pois tem motoristas particulares.

Pensemos agora nos benefícios que esses e outros aplicativos trouxeram para o cidadão comum.

Hoje, o cidadão comum lê todos os livros em seu smartphone e assiste a todos os filmes na comodidade de sua casa.

Os ricos nunca tiveram problemas para recorrer a mensageiros para enviar recados. Hoje, o cidadão comum pode conversar via Skype ou WhatsApp com qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo gratuitamente e sem atrasos.

Nenhuma dessas comodidades era problema para os ricos. O capitalismo, porém, as disponibilizou para o cidadão comum.

Por isso, Ludwig von Mises sempre dizia que o capitalismo não é simplesmente produção em massa, mas sim produção em massa para satisfazer as necessidades das massas. No capitalismo, os grandes inovadores não produzem artigos caros, acessíveis apenas às classes mais altas: produzem bens baratos, que podem satisfazer as necessidades de todos. 

Leia mais em: https://www.mises.org.br/article/2646/o-grande-beneficiado-pelo-capitalismo-foi-o-cidadao-comum-e-nao-os-ricos-e-poderosos